Uia, a Cris mandou ler o Joaquim, eu li "Vamos parodiar Pedro Bial, dar uma última olhadinha nos nossos heróis porque, felizmente, essa gente muito chata está indo embora. Acaba terça-feira o Big Brother Brasil 3, a confirmação de que o país não produz mais borracha, perdeu também a força no cacau, mas continua imbatível na produção de elementos notáveis para escudo humano na guerra. Foram mais de dois meses de programa e restaram três candidatos ao prêmio de R$ 500 mil. Todos iguais. Todos do interior do país, todos forçando o sotaque na certeza de que isso deu o prêmio dos dois programas anteriores a caipiras exatamente como eles. Todos se forçando um tipo de bonzinho tão gente boa, na certeza de que o país não agüenta mais premiar os canalhas tradicionais. O BBB3 consolidou um novo tipo de canalha. O profissional do reality show. Scud nele."
Não, eu não estou azedo. Sinto sim uma letárgia a tomar conta de mim. Uma preguiça. Um sono consciente. Estou pensando nas coisas que não consigo fazer, estou pensando nas coisas que já fiz.
A Má o chama de "nosso candidato a presidente dos Estados Unidos". É pouco, Má, o Moore é tudo, meu iaiá, meu ioiô. Ela botou o texto dele sobre o Oscar lá.
Repito aqui o que eu disse nos coments da Eve...dá vontade de sentar, chorar e só escrever no papel de pão....que diabos acontece com o blogspot?? Tá revortoso por que, fio??
Futebol é chato. É muito, muito, muito chato. Mas futebol narrado pelo Galvão Bueno, atinge um grau superior na escala da chatice. Devia ser proibido por lei. E marido que assiste a esse espetáculo deprimente, no leito nupcial, no ninho de amor, no sacrossanto recanto do amor conjugal, devia levar dez chibatadas em público.
A Crise me mandou e eu chorei um pouquinho. Vc num sabe, Crise, mas a Lola sabe, o quanto eu já ouvi meu pai cantando isso (só que em italiano, não em espanhol), pelas cantinas do Bixiga.
O fundamentalismo é islâmico. É americano. É judaico. É cristão. É europeu. É de esquerda. É de direita. É econômico. É cibernético.
O fundamentalista diz: “Os EUA são o mal, o Islã é o bem”. Ou então “Os EUA são o bem, o Islã é o mal”. Diz que Chirac é paz ou que Chirac é verme. Diz que o negócio é cuspir a Coca-Cola, ou vomitar o foie gras .
Seguinte: Funny, tira aquela sua tralha lá do sofá, cobertor, travesseirinho e tal e bota um roupão por cima desse baby-doll. Ângela S. por fala em botar roupão, bota uma canga em cima desse biquini, que tá uma pouca vergonha isso daí. Ângela F., vc e o Rui, café bem forte e reunião dos N.A. daqui um pouco, andem com isso. Giu, área, raspa pra escola. Dr. Reis, lá pro setor de fumantes, por obséquio. Giu, Lu, Pipa, Patty, passem um pente no cabelo. Gabi, Alê e Pris, vcs se aquietem. Raquel, peito pra fora. Quero ordem, quero organização, escondam a comida junkie, os cigarro e a ervinha do capeta vcs joguem na privada...fui informada que a dona Bia Badaud lê esse embuste, a pobre coitada. Mudamos de niveR de cRientela, agora o papo é outro, senhores. Alexandre, bota a camisa pra dentro das calças. Paulo André, bota as calças e a camisa, sim? Já encomendei um cOcRetes lá na Micreide, a Dona Assunta vem aqui lavar as paredes. Manda o Serjones ir tomar essa fanta morango longe da visita, que isso é um veneno. Cora e Cris, recolham esses gatos maloqueiros. Laura, Ju e Lola, arrumem esse guarda-roupas. Gi, repense os cardápios e Zulma venha me ajudar a botar o espartilho. Vera, vc faz as honras da casa. Onde é que tá o Jorjão qd a gente precisa dele?
Tudo pronto, Dona Bia, a senhora desculpe qualquer cousa, viu?
PS1: Ah, sim, devido ao alto padrão da recente clientela, o campeonato de peidos está suspenso.
PS2: Evidentemente a Ana e a Fer não entram nesse chamado geral, pq já são perfeitas, não têm nada a melhorar....elas podem ficar sentadas na sala com a Dra. Bia, fazendo sala.
Coisa das mais doces e delicadas na Marina, do Blowg (uia o link aí do lado), é a (diria D. Cida) finura dela. Ela é uma lady.
"Li na Quem um bate-papo entre Leandro Firmino da Hora, o Zé Pequeno, de Cidade de Deus, e a Fernanda Young. Ela mora nos Jardins, ele na Cidade de Deus. Ela diz: 'Que inveja, morar numa comunidade...!' O problema da Fernanda Young é que ela é muito previsível.
posted by marina w "
Viram, coisa fina, coisa fina!! Fosse eu já tinha metido a boca, chamado a mina de pentelha do caramba, de metida, de um tudo. "Previsível" era elogio. Mas a Marina não. Berço é berço.
"A passividade de quem assiste nunca beneficia o agredido, só o agressor."
Rabino Sobel
***
Neuróticos do mundo, (membros da minha família "carioca" com especial destaque), deviam ler isso aqui e depois dar meia hora vcs sabem do que. Peguei a dica lá na Clarah.
As fichas médicas são anotações constantes de diagnósticos e prescrições do médico em relação aos seus pacientes, constituindo-se, portanto, em instrumento de trabalho do profissional da medicina. Logo, pertencem ao médico.
Desta maneira, tais fichas não se prestam a nenhuma outra finalidade senão auxiliar o médico nas suas prescrições futuras, tendo por paradigma a terapêutica pretérita.
Assim, quando do falecimento do médico, extinta está a relação médico/paciente, que é personalíssima e, portanto, nenhuma utilidade imediata existe nas citadas fichas, pois não mais serão manuseadas pelo médico que as elaborou.
Destarte, entendemos que devem ser incineradas, resguardando o conteúdo das anotações clínicas.
Nos dias que tem comida, comemos comida com a mão.
E quando a polícia, a doença, a distância ou alguma discussão
Nos separam de um irmão,
Sentimos que nunca acaba de caber mais dor no coração.
Mas não choramos à toa,
Não choramos à toa.
Aqui nessa tribo ninguém quer a sua catequização.
Falamos a sua língua mas não entendemos seu sermão.
Nós rimos alto, bebemos e falamos palavrão
Mas não sorrimos à toa.
Não sorrimos à toa.
Aqui nesse barco ninguém quer a sua orientação.
Não temos perspectiva, mas o vento nos dá a direção.
A vida que vai à deriva é a nossa condução.
Mas não seguimos à toa.
Não seguimos à toa.
E quem, em nome de Deus, faz exatamente o que tem vocação para, vive com quem realmente ama, mora onde realmente gosta, vai aonde quer de vrdade e se ama, do fundo do coração? Vi uma palestra e o psicólogo disse que, se todo mundo seguisse a vocação, o mundo não teria lixeiros. Eu sei que é verdade, mas não deixa de ser uma bosta.
Clotilde, minha particular ressaca, a minúscula mulher-gorila que se agarra aos meus cabelos depois das gandaias da vida, resolveu que ontem não foi o bastante, e largará seu tacape na minha cabeça hoje tb.
Michael Moore Garouto!!!!....isso é que foi discurso.
Uia, se eu fui rápida no gatilho, foi mais ou menas isso:
"We live in fictitious times (...) We live in a time with fictious election results that elect fictitious presidents. (...) We live in a time when we have a man sending us to war for fictious reasons. We are against this war Mr Bush. Shame on you!"
O melhor comentário do Oscar foi do Aleh:
- Esse caras vão ficando velhinhos e ficam todos a cara do Jack Palance. Até mesmo as mulheres. Viu a cara da Sisi Spacek?
Alê, vc aluga fita de vídeo na Alsácia? Emoldura seus quadros e fará, (num futuro distante, qd juntar grana) american-box com a Carmem Molduras? Usa aquela franquia de correio perto das tintas famosas, que tem aquela dona japonesa, meio mal-humorada? Xeroca livros ilegalmente na Barco de Papel? Compra pão na Quintas do Morumbi e xinga a classe-média-metida-a-cu dessa bairro que não sabe fazer uma pacoda que preste? Compra comidinha japa (pro maridinho, que eu não como aquilo nem morta) naquele mercadinho japa láááááá embaixo, perto da Francisco Morato? Faz o rancho do mês no Carrefour Butantã reclamando que é "longe de casa"? Arruma pneu na borracharia do Claudio? Passa longe do Santo Américo e das suas mães que param-em-fila-dupla? Querida, falamos da mesma Vila Sônia. Eu tou aqui na Nilza Medeiros Martins.
Tou na cozinha descascando batata e ouço um Chico Buarque cantando láááááááá longe...comento com o Alexandre "que beleza, nosso vizinhos tão ouvindo Chico, até que enfim deram um tempo em Sandy e Junior!". Quando voltamos pro quarto nos demos conta que o som vinha da nossa própria TV. Desculpem vizinhos.
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Nem o Fidel tomou tanta cuba livre na vida quanto eu, ontem. Aliás, eu e o pai do noivo. Chafurdamos. Ninguém dá festas de casamentos como os judeus, não adianta. Eles sabem o que tão fazendo.
***
Tou tentando botar música aqui, mas é difícil, viu? Eu não sou brilhante feito a Lu.
***
E minha doce vizinha Márcia, me manda um prato de rabanada de café da manhã, eu posso? Sempre falo, a Vila Sônia é uma cidade de interior.
queridos, bom dia (ou fim de dia) e fofuras mil. E coerência. Desejo coerência a todos. Num é uma coisa boa de se desejar a amigos e inimigos?
Ai.
"Ma-ra-vi-lho-sa a idéia de boicotar produtos americanos, né não?
Vamos começar assim, caro internauta:
Se você tem uma homepage, não use HTML, pois foram eles que inventaram.
Não use Dreamweaver. Não use Microsoft Word nem Wordpad pra montar a sua página de protesto e boicote.
Ah, não use computador.
Se for trabalhar com computador, então - não trabalhe. É, peça demissão. Assim você vai salvar uns 2 iraquianos de morrerem fritos por uma bomba americana.Que diferença faz, me digam? Tá, eu também sou contra a guerra, mas não vou ser idiota a ponto de não utilizar meus recursos de expressão por causa da sua origem. Tem muito americano que também é contra a guerra, muitos espanhóis, muitos ingleses, mas isso não tem importância nenhuma pro Bushit. Tem? Que eu saiba, não.
A Cora falou muito bem, não há nada que possamos fazer a respeito. Na-da. Infelizmente."
Neguinho entrou aqui ontem procurando: "piranhas putas", "ouvir musica", "já sei namorar", "criança de rua", "lacraia", "a bela e a fera", "menina de programa", "desenhos gatinhos", "o que é bursite" e tchã tchã tchã tchã: "receitas de palmito". Isso é que é ecletismo, meus amigos.
Pedro e eu, com a apaixonada veemência que nos caracteriza – e que muitos confundem com teimosia – estávamos discutindo sobre a absurda lei que proíbe cigarros nos bares. Sim amigos, pois tempo houve em que você podia, em meio a outros viciados, pitar sua chupetinha do demônio em paz. Não num jardim de infância ou numa sala de cirurgia, mas nos bares. Querem que o cara seja casto e virtuoso para freqüentar um bar? O que vão proibir da próxima vez? Bebida alcoólica nos bares? Papo furado? Torpedos? Garçons carecas?
No meio dessa produtiva discussão, o Nelsão se virou para nós e, do alto de sua profunda e arraigada sabedoria nos disse: “Vocês não estão percebendo nada e nem estão pescando o que está por trás disso. Essa proibição é mínima e incoerente.
É mais uma manobra populista do Salim. O que vocês não estão vendo é que por trás disso tem um movimento mundial, um movimento anti-prazer. Trepar dá AIDS, comer aumenta o colesterol, beber dá cirrose, fazer preguiça faz mal pras coronárias, fumar dá câncer...”
Fiquei passada, chocada e assustada, porque faz o maior sentido. E não é paranóia de um bando de gordinhos viciados. É de uma coerência assustadora.
Uma das facetas desse movimento “anti-prazer” é a culpa. Nunca o homem foi tão controlado quanto nos dias de hoje. Com um computador, qualquer um sabe o que quiser sobre a sua vida. Quem é você, onde gasta seu dinheiro, onde estuda, o que veste, o que come, para onde viaja... Sua faculdade, seu trabalho, seu banco, seu cartão de crédito, sua vida está toda monitorada. Mas é sabido que para manter um cara sob controle não basta o controle externo. Um dia o sujeito se rebela e adeus. Assim, esse mecanismo de culpa, de auto-punição, instalado de dentro para fora veio para manter você definitiva e irremediavelmente sob controle.
Basta dizer que a maior força, o maior poder, a grande eminência parda dessa era, a publicidade, está totalmente pautada e estruturada em cima da culpa. Só se vende shampoos e camisinhas porque massacramos a cabeça de vocês com culpa. Coisas terríveis acontecem com quem não compra no Mappin.
Você visita sua mãe o suficiente? Parou de explorar o seu pai? Cuida do seu carro do jeito certo? Escreve sempre para sua avó? Come bastante comida saudável? Visita o dentista regularmente? É loira? É magra? É bonita? Toma Coca-Cola? Compra no shopping?
(continua no prox drops)
Nem eu. Dá uma culpa, né? Dá um puta sentimento de inutilidade, né? Dá vontade de morrer. Aí a gente vai e corre pro dentista, pra casa da velha, pro Spa, pro shopping e entra pro Touring. Mas sempre pelo motivo errado. Sempre pra corresponder a algum conceito.
Há alguns anos atrás as pessoas faziam ou não faziam, atreladas ao bordão: “O que os vizinhos vão pensar?”. Agora a gente faz para não decepcionar a mãe, pro pai gostar mais da gente, ou pelo menos pra gente parar de se agoniar ou chorar escondido, por causa de tanta, tanta culpa.
Não é à toa que a grande força religiosa desde o final de século passado é esse misto de misticismo com auto-ajuda, esse mix cósmico. Mas como, você vai me dizer! Se a grande bandeira da Igreja Católica, a soberana das religiões ocidentais a quase dois mil anos, sempre foi a culpa? Que garoto do século III aos meados do século XX nunca pensou em Jesus chorando atrás da porta e apavorou-se com a idéia? Mas o que a gente esquece é que a Igreja Católica tem dois mecanismos salvadores.
O primeiro é a confissão. Ce mata sua mãe, dinamita o gato, dorme com seu primo, e o padre te perdoa! Cê pode rezar 600 Aves-Marias, mas sai de lá sem culpa. O segundo – e não precisa ser católico fanático para saber – é que eles dizem de forma muito clara: Deus é amor. Deus te ama! Cê é filho do cara. Logo... mais cedo ou mais tarde cê vai pro céu, bicho. Cê acaba sendo desculpado.
Mas não é isso que a gente quer. Não é isso que o atormentado homem do início do milênio precisa. O que você precisa é do Lair Ribeiro, do Paulo Coelho e da jogadora de tarô dizendo que você tem que vestir azul, andar com dólar no bolso, fazer o Caminho de Santiago e usar uma pedra do seu signo pra ser feliz, e que se você não é, a culpa é sua.
Não se diz mais: “Coitada, tá com câncer!”. Se diz: “Tá vendo? Não se cuidou, bem feito, morreu!”. Ou, o que é pior ainda: “Por que você faz isso com seu corpo? Por que você está se punindo?”.
De uma forma ou de outra, não dá para escapar. Você nunca vai ser tão lindo quanto sua mãe queria. Nunca tão competente quanto seu pai espera. E, o que é mais assustador, você nunca vai corresponder às suas próprias expectativas. Você vai ser sempre isso aí.
E nem mesmo o consolo de encontrar com um amigo num bar pra desabafar te é permitido. Você é um maldito e inconsciente fumante.
Esse texto foi escrito há tantos anos, tantos... prum cliente, qual Rui? Bom, deve ser de 93, por aí.
Independentemente do resultado “oficial”, os americanos já perderam a guerra. Podem acabar com o Iraque, reduzir Bagdá, Níneve e Samarra a cinzas, liquidar Saddam Hussein, sua família, amigos e animais de estimação, varrer a população civil do mapa e, de lambuja, trazer Bin Laden vestido de odalisca e preso por uma coleira no pescoço para um tour amplamente televisado do Ground Zero; podem até ter um surto tardio de consciência e recolher todas as tropas do Golfo Pérsico — mas, a esta altura, nada do que façam ou deixem de fazer poderá alterar o resultado do placar.
Em apenas dois anos, como já observaram tantos comentaristas internacionais, George Bush e o cartel que representa conseguiram transformar a gigantesca onda de simpatia e solidariedade que se formou em torno dos EUA logo após o atentado numa tsunami de antiamericanismo de proporções nunca vistas.
AAAAHHHHHH!!! Roubei lá na Gi, que roubou de quem, Gi, da Tê???
TODO MUNDO COMIGO!!!!
Os TriBUSHistas - Já sei bombardear (W. Bush, Collin Powell, Tony Blair)
Já sei bombardear,
Já sei armar o missil agora só me falta atirar
Já sei invadir
Já sei peitar a ONU agora só me falta explodir
Não tenho paciencia pra negociação
Eu tenho é mania de perseguição
Não ouço ninguém, acuso todo mundo o Bin Laden e o Hussein
Não livro ninguém, exploro todo mundo acho que o mundo é meu também
Já sei derrubar
Já sei jogar a bomba na tua base militar
Eu sou o juíz, e não tô nem aí pra tantas vidas de civis
Peguei experiência com o Afeganistão
Se antes eu falhei, agora num erro não.
Não ouço ninguém, até o Collin Powell tá igual a mim também
Não livro ninguém, primeiro o petróleo, depois Amazônia também
Eu to querendo, Sadan Hussein
Eu to querendo, tudo o que tiver
To te querendo, não tem pra ninguém
To te querendo, petróleo do Hussein...
A gente aqui no debate do século por conta do nome do livro, e olha a Viviane, do BulaBula:
"o nome das coisas
A vida sexual dos papas. Isso é nome de livro, vi lá na Travessa. Apelou, perdeu.
Eu compro livros pelos títulos, talequal Maria de Fátima, a rainha da sucata. Tudo que é sólido se desmancha no ar? Comprei. Vastas emoções e pensamentos imperfeitos me fez gostar do Rubem Fonseca. Isto não é um cachimbo, com ilustração de Magritte atiçou minha curiosidade.Mas nada supera o Rosa pra batizar. Nada supera o Nada e a nossa condição, mesmo sem ser livro, mesmo sendo conto. "
Vivi, sua monstra, eu e meus associados doidos aqui atrás do nome pro livro novo e vc me vem com essa?? ADOREI!!!!!
Mais uma coisinha: o Juca pode ser até um cara interessante, mas bonito!?!?!?
Com certeza não brigaríamos por ele... há, há, há...
Beijos mil,
Mabelinha
Mas tem cabimento? Minha cunhada não tem religião mesmo.
Peguei daqui, do Eisenhart, esse menino lúcido, inteligente, lúcido, lúcido que só meu irmão mesmo pra descobrir... ah, e o Serjones, do Catarro, que deu a dica do blog.
"A regra geral é a seguinte: quando o sujeito escreve "nós", fingindo usar plural de modéstia, está pensando nele e em Deus, nesta ordem."
Eduardo Almeida Reis, em Burrice Emocional.
No msn, discutindo a guerra:
Pati diz
Ai, se eles param de vender Avon aqui eu morro.
Fal diz
E eu vou parar com a dieta. O mundo vai acabar mesmo, tanto faz, quero comer tudo o que gosto.
Laura diz
E eu quero comer todo mundo
Lu diz
Eu também tenho algumas tendências a rsolver. Uma delas com o Brad.
Fal diz
Bom o Juca Kfouri ninguém quer, né?
Lu diz
Ih, pode ficar!
Fal diz
Beleza
Egotrip
Amanhã eu tenho que fazer supermercado. E tem saramago na aula de literatura portuguesa. Tenho que ir ao correio, passar dinheiro pra conta da minha mãe e ligar pro meu irmão. Amanhão é aniversário do meu amigo. E o Alexandre vai cortar o cabelo. Amanhã, sem falta, tenho uns textos pra acabar, que combinar a apresentação dum trabalho com a Adriana e ser feliz. Dá pra não ter guerra, por favor?
A Cristiane, no guestbook das motherns matou a pau:
Os bebês soluçam porque não tem nada melhor a fazer e chorar às vezes cansa. Pode ser que eles façam isso quando entediados para se divertirem enquanto a avó busca desesperada uma linha vermelha para pregar na testa deles.
Pouco importa, a vida é uma merda. A gente inventa amor e arte pra esquecer o quanto é uma merda. Depois sou só eu farenjando minha própria dor, como um cão fareja a comida.
"A Verdade está lá fora, comprando gibis do Tio Patinhas e votando pro Dhomini ganhar no Big Brother Brasil. "
Grande Inagaki... e o melhor, acabo de descobrir que meu irmão ama o Inagaki e escreve coisas pra ele.
A gasolina vai subir em 18 estados. Entre eles, o estado de coma, o estado de síito e o estado de petição de miséria, onde todos nós moramos um pouco. Ao que tudo indica, após o aumento, todos estaremos em estado de calamidade pública.
Deviam subir o preço da água em 3 estados, sólido, líquido e gasoso.
Oficialmente o litro de gasolina vai custar R$ 2,3090, assim, com quatro casas decimais. Feliz é o último zero que, pelo menos, tem uma casa pra morar.
Fala se a moça aqui não escreve pra cacete?? Beijo, Dona Rô!!
Tem um povo inconformado mandando mail. hahahahaha! Era só o que me faltava.
Mas a Dani e a Ju mataram a pau:
"Isso parece aquele papo da velhinha que liga pra polícia apavorada porque o vizinho fica pelado na janela...o policial chega, olha bem pela janela e diz:
- Mas minha senhora, não dá pra ver nada
- Como não, moço? É só o senhor subir no terceiro degrau daquela escada ali e esticar o pescoço. É um absurdo! Uma pouca vergonha"!
Querida Maria José:
A querida Vera me mandou mais dois livros seus. Às vezes, devo confessar, eu leio muita merda. Muita. Mas às vezes, por causa dessas coisas da vida, caem umas pérolas na minha mão. E eu leio. E foi assim que eu li seus livros. Pq a Vera foi suficientemente generosa pra dividir vc comigo. Li sua dedicatória e depois o seu drops sobre competição. Li todo o resto. Chorei muito. Tive muita inveja de vc também, e te odiei um pouquinho. Mas já passou.
Eu sei que vc (mulher sensatíssima) não usa a internet, a Vera disse. Mas eu tinha que escrever uma carta aberta. Para agradecer. Para te recomendar aos meus 6 leitores fiéis. Pra te falar, em público, do meu espanto, da minha respiração suspensa, do meu choro, do meu abalo sísmico ao ler seus livros. Eu não estou apaixonada por vc, isso não é paixão. É amor.
***
Guentem aí, dexô entender. Pára tudo. O Miguel Falabela vai ser o tigrão da próxima novela das seis, é isso?? Casado com a Orth e amante da Fisher? E eu reclamando que faço faculdade à noite, imaginem.
"Vemos no ar do tempo uma nova era de grossura e reacionarismo. Bush vem aí. Ele é antiliberdade, a favor da virgindade, antiaborto, antidireitos civis. A América que inventou o happy end , que sempre produziu essa alegria “de mercado”, está a tramar uma tragédia mundial que vai mudar o pensamento do mundo, dentro e fora dos USA. Vai diminuir a fé na euforia americana, essa felicidade vagabunda que temos para nada, para a ilusão de um narcisismo sem peias, uma felicidade fetichizada em êxtases volúveis, visíveis em clubbers e punks de butique, em raves sem rumo. As cenas de horror que veremos, o terrorismo multiplicado pela obra de Bush obedecendo o Osama, os corpos mortos chegando em Washington, a interrupção do sonho globalizante, tudo isso vai trazer uma nova depressão mundial.
E talvez nosso único consolo seja pensar que, assim como Hitler nos fez amar a democracia, Bush pode estar nos devolvendo, em seu surto psicótico, uma época menos histérica, mais humana, até que a roda da estupidez volte a cobrar novas mortes.
A fossa nos humaniza. Sejamos felizes sabendo que o happy end — invenção de Hollywood — não existe. Tudo acaba mal na vida. Vá ver “As horas” e saia revigorado pelos prazeres do bode-preto. Depois, tome um Lexotan e durma infeliz."
Ela não tinha ilusões. Bom, não muitas. Algumas pequenas, daquelas bobas, mais esperanças leves que ilusões, você sabe, perder uns cinco quilos, conseguir trocar de carro no ano que vem, ter grana pra matricular a pequena na natação, encontrar uma tinta de cabelo que não a deixasse com cara de avó de alguém, terminar a revisão do livro... mas nada de grandes ilusões, nada disso. Ela não esperava um grande amor. Uma grande causa. Uma flechada no coração. Nada que lhe tirasse o sono, a fome, ou a sensação dos dedos dos pés. A vida era isso aí. Uns dias ruins, uns dias mais ou menos. Mas teve aí um dia. Ah, aquele dia pareceu vir pra mudar todos os outros, pra mudar as certezas, pra alterar rumos. Foi um desses dias que começam com o requeijão espalhando melhor sobre a torrada, o leite sem nata, a menina doce, sem gritos estridentes, o marido calmo e saindo mais cedo, que ela acreditou que ia ser... melhor, talvez? Um pouco menos tolo, um pouquinho só? A falta de trânsito pro escritório, a secretária sorridente, o assistente gentil, o bolo no estômago que sumira, isso tudo não podia ser uma sinal? Já passavam das dez da manhã e ela não tinha tido saudades, nem arrependimentos, nem... que coisa, nem dor. Dor nenhuma. Um sinal cósmico de que tudo ia mudar, ao menos dentro dela, ao menos hoje, só hoje, e depois... ah, depois ela podia virar uma abóbora de novo, e quem é que ia notar a diferença? Claro que não eram sinais cósmicos, claro que não. Quando ela desligou o abajur naquela noite, às onze horas, depois de um dia igualzinho aos outros, ainda teve tempo de pensar, antes de cair no seu sono de Dormonid, que era mesmo uma sorte ela não ter ilusões.
Tudo bem; eu não sei se 1) a gente era precoce 2) a gente falava de coisas que não entendia ou 3) eu não evoluí porra nenhuma... mas caí no colo dessa e doutras letras do roquinho dos anos 80, e percebi que se trocas a palavra "apostilas" por qrr outra coisa, por exemplo "relatórios"ou "ensaios", essa música me serve como uma luva. Quase 20 anos depois, senhoras e senhores.
Nada Tanto Assim
Só tenho tempo pras manchetes no metrô
E o que acontece na novela
alguém me conta no corredor
Escolho os filmes que eu não vejo no elevador
Pelas estrelas que eu encontro na crítica do leitor
Eu tenho pressa
e tanta coisa me interessa
mas nada tanto assim
Só me concentro em apostilas, coisa tão normal
Leio os roteiros de viagem enquanto rola o comercial
Conheço quase o mundo inteiro por cartão postal
Eu sei de quase tudo um pouco,
E quase tudo mal
Eu tenho pressa
e tanta coisa me interessa
mas nada tanto assim...
You can't lose a broken heart
(James P. Johnson / Flournoy E. Miller)
Don't lose your head
Then lose your guy
You can't lose a broken heart
If you ever break up
Then try to make up
It's tough to make a brand new start
Take a walk
Think it over
While strolling neath the moon Don't say things in December
You'll regret in June
Ware your remark
Before you speak
Or you may be sorry soon,
Don't be erratic
Be diplomatic
To keep your heart's in tune
Cruel harsh words
Often spoken
Will upset your applecart
So don't lose your head
Then lose your guy
Cos, you can't lose a broken heart
No, you can't lose a broken heart!
E o que mata, é que ele pode ver o próprio reflexo na janela do escritório de casa: descabelado, com olheiras, uns cinco quilos mais magro, patético. Devia haver uma lei proibindo a gente de se apaixonar depois dos 40. Ou depois de estar casado. Mas não. Ele ali, perdido de amor, checando seus mails a cada 20 minutos, feito um guri, fumando, sem comer, sem dormir, sem ouvir nem uma palavra que a mulher tinha dito o final de semana todo. Isso depois de ter sido pego pelo gerente de produto desenhando corações no bloco durante a reunião da sexta-feira. Ah, e de pau duro, mas isso, graças a Deus, o gerente não tinha como saber. Ou tinha? E por causa de quem? Duma menina, quase uma desconhecida, quase 20 anos mais nova, quase noiva, quase maluca. Maluca. Malucos, os dois. Maluco o mundo, que não percebia nada. Porra, ninguém vai notar essa magreza, essas olheiras, essas noites sem dormir, a risada frouxa, os sumiços? Ninguém vai notar a culpa, a irritação com as crianças, os olhares perdidos no horizonte? E cadê esse e-mail que ela não responde?
Helicópteros cruzam os céus de São Paulo.
Policiais bem treinados e capazes patrulham suas ruas.
Tremei bandidagem.
Ninguém rouba o carro do Sr. Ministro da Justiça impunemente.
Péra ai um instantinho...alguém já viu esse filme aqui? "Love's Labour's Lost," Mi, foi lançado aí?? Como que eu nunca ouvi falar?
Dirigido pelo Branagh, Fãni, vc viu?
A cantora Celly Campello morreu nesta tarde aos 61 anos no hospital Samaritano, em Campinas (a 95 km de São Paulo) onde estava internada havia 14 dias, vítima de câncer. O velório e o enterro acontecem no cemitério Flamboyant, em Campinas.
Celly Campello era considerada pelos fãs uma das precursoras do rock nacional. Fez sucesso no final dos anos 50 e início dos anos 60 com músicas como "Banho de Lua", "Biquini de Bolinha Amarelinha", "Broto legal", "Lacinhos Cor de Rosa", "Túnel do Amor", entre outras músicas.
Todo mundo comigo:
Lacinhos cor de rosa
(dodie stevens - pink shoe laces)
Tenho um amor puro e verdadeiro
É plaboy,
É bom companheiro,
Brotinho enxuto, um amor
Mas não me liga, que horror!
(todos juntos!)
Um sapatinho eu vou
de laço cor de rosa enfeitar
e perto dele eu vou
andar devagarinho e o broto conquistar
Ele usa lambreta e é tão veloz,
se passa na corrida eu perco a voz
E fico desejando
Ó meu Deus
Que ele caia bem nos braços meus!
Quando ele dança rock é uma sensação
Mais rápido dançar o meu coração
Eu vejo que ele tem ogeriza do amor
Ele não me beija, que horror!
Um dia resolvi,
com o meu broto fui falar
O que ele me disse deu vontade de chorar:
"Lacinho cor de rosa fica bem só na cabeça
Se quiser me conquistar
Você cresça e apareça!"
LOS ANGELES - O cantor Michael Jackson usa uma prótese no nariz e já gastou US$ 150 mil, apesar de estar com a conta no vermelho, em uma cerimônia vodu para matar o diretor Steven Spielberg, segundo divulgou a revista Vanity Fair nesta segunda-feira. A reportagem também afirma que ele descolore a pele porque não gosta de ser negro.
Em 2000, Michael teria participado de uma cerimônia vodu na Suíça e recebido a promessa de um médico espiritual de que Spielberg e outras 24 pessoas de uma lista de inimigos do cantor morreriam. Ainda de acordo com a matéria, 42 vacas teriam sido sacrificadas para o ritual e Michael Jackson teria tomado um banho de sangue como parte da cerimônia.
Alguém que entende mais que eu me explica: procede? Eu vi aqui e não entendi.
"Os Tribalistas - trio-tríade-trinômio formado por Marisa Monte, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes - estão sendo formalmente acusados de plágio pela Sony Music americana.
Segundo a gravadora, o hit "Já sei namorar" é plágio de"Family affair", sucesso do grupo Sly and The Family Stone, grupo de funk rock dos anos 60 e 70. Ouvindo as duas músicas, não dá pra negar que existem certas semelhanças nos arranjos."