Uia, a Cris mandou ler o Joaquim, eu li "Vamos parodiar Pedro Bial, dar uma última olhadinha nos nossos heróis porque, felizmente, essa gente muito chata está indo embora. Acaba terça-feira o Big Brother Brasil 3, a confirmação de que o país não produz mais borracha, perdeu também a força no cacau, mas continua imbatível na produção de elementos notáveis para escudo humano na guerra. Foram mais de dois meses de programa e restaram três candidatos ao prêmio de R$ 500 mil. Todos iguais. Todos do interior do país, todos forçando o sotaque na certeza de que isso deu o prêmio dos dois programas anteriores a caipiras exatamente como eles. Todos se forçando um tipo de bonzinho tão gente boa, na certeza de que o país não agüenta mais premiar os canalhas tradicionais. O BBB3 consolidou um novo tipo de canalha. O profissional do reality show. Scud nele."
Não, eu não estou azedo. Sinto sim uma letárgia a tomar conta de mim. Uma preguiça. Um sono consciente. Estou pensando nas coisas que não consigo fazer, estou pensando nas coisas que já fiz.
A Má o chama de "nosso candidato a presidente dos Estados Unidos". É pouco, Má, o Moore é tudo, meu iaiá, meu ioiô. Ela botou o texto dele sobre o Oscar lá.
Repito aqui o que eu disse nos coments da Eve...dá vontade de sentar, chorar e só escrever no papel de pão....que diabos acontece com o blogspot?? Tá revortoso por que, fio??
Futebol é chato. É muito, muito, muito chato. Mas futebol narrado pelo Galvão Bueno, atinge um grau superior na escala da chatice. Devia ser proibido por lei. E marido que assiste a esse espetáculo deprimente, no leito nupcial, no ninho de amor, no sacrossanto recanto do amor conjugal, devia levar dez chibatadas em público.
A Crise me mandou e eu chorei um pouquinho. Vc num sabe, Crise, mas a Lola sabe, o quanto eu já ouvi meu pai cantando isso (só que em italiano, não em espanhol), pelas cantinas do Bixiga.
O fundamentalismo é islâmico. É americano. É judaico. É cristão. É europeu. É de esquerda. É de direita. É econômico. É cibernético.
O fundamentalista diz: “Os EUA são o mal, o Islã é o bem”. Ou então “Os EUA são o bem, o Islã é o mal”. Diz que Chirac é paz ou que Chirac é verme. Diz que o negócio é cuspir a Coca-Cola, ou vomitar o foie gras .
Seguinte: Funny, tira aquela sua tralha lá do sofá, cobertor, travesseirinho e tal e bota um roupão por cima desse baby-doll. Ângela S. por fala em botar roupão, bota uma canga em cima desse biquini, que tá uma pouca vergonha isso daí. Ângela F., vc e o Rui, café bem forte e reunião dos N.A. daqui um pouco, andem com isso. Giu, área, raspa pra escola. Dr. Reis, lá pro setor de fumantes, por obséquio. Giu, Lu, Pipa, Patty, passem um pente no cabelo. Gabi, Alê e Pris, vcs se aquietem. Raquel, peito pra fora. Quero ordem, quero organização, escondam a comida junkie, os cigarro e a ervinha do capeta vcs joguem na privada...fui informada que a dona Bia Badaud lê esse embuste, a pobre coitada. Mudamos de niveR de cRientela, agora o papo é outro, senhores. Alexandre, bota a camisa pra dentro das calças. Paulo André, bota as calças e a camisa, sim? Já encomendei um cOcRetes lá na Micreide, a Dona Assunta vem aqui lavar as paredes. Manda o Serjones ir tomar essa fanta morango longe da visita, que isso é um veneno. Cora e Cris, recolham esses gatos maloqueiros. Laura, Ju e Lola, arrumem esse guarda-roupas. Gi, repense os cardápios e Zulma venha me ajudar a botar o espartilho. Vera, vc faz as honras da casa. Onde é que tá o Jorjão qd a gente precisa dele?
Tudo pronto, Dona Bia, a senhora desculpe qualquer cousa, viu?
PS1: Ah, sim, devido ao alto padrão da recente clientela, o campeonato de peidos está suspenso.
PS2: Evidentemente a Ana e a Fer não entram nesse chamado geral, pq já são perfeitas, não têm nada a melhorar....elas podem ficar sentadas na sala com a Dra. Bia, fazendo sala.
Coisa das mais doces e delicadas na Marina, do Blowg (uia o link aí do lado), é a (diria D. Cida) finura dela. Ela é uma lady.
"Li na Quem um bate-papo entre Leandro Firmino da Hora, o Zé Pequeno, de Cidade de Deus, e a Fernanda Young. Ela mora nos Jardins, ele na Cidade de Deus. Ela diz: 'Que inveja, morar numa comunidade...!' O problema da Fernanda Young é que ela é muito previsível.
posted by marina w "
Viram, coisa fina, coisa fina!! Fosse eu já tinha metido a boca, chamado a mina de pentelha do caramba, de metida, de um tudo. "Previsível" era elogio. Mas a Marina não. Berço é berço.
"A passividade de quem assiste nunca beneficia o agredido, só o agressor."
Rabino Sobel
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Neuróticos do mundo, (membros da minha família "carioca" com especial destaque), deviam ler isso aqui e depois dar meia hora vcs sabem do que. Peguei a dica lá na Clarah.
As fichas médicas são anotações constantes de diagnósticos e prescrições do médico em relação aos seus pacientes, constituindo-se, portanto, em instrumento de trabalho do profissional da medicina. Logo, pertencem ao médico.
Desta maneira, tais fichas não se prestam a nenhuma outra finalidade senão auxiliar o médico nas suas prescrições futuras, tendo por paradigma a terapêutica pretérita.
Assim, quando do falecimento do médico, extinta está a relação médico/paciente, que é personalíssima e, portanto, nenhuma utilidade imediata existe nas citadas fichas, pois não mais serão manuseadas pelo médico que as elaborou.
Destarte, entendemos que devem ser incineradas, resguardando o conteúdo das anotações clínicas.
Nos dias que tem comida, comemos comida com a mão.
E quando a polícia, a doença, a distância ou alguma discussão
Nos separam de um irmão,
Sentimos que nunca acaba de caber mais dor no coração.
Mas não choramos à toa,
Não choramos à toa.
Aqui nessa tribo ninguém quer a sua catequização.
Falamos a sua língua mas não entendemos seu sermão.
Nós rimos alto, bebemos e falamos palavrão
Mas não sorrimos à toa.
Não sorrimos à toa.
Aqui nesse barco ninguém quer a sua orientação.
Não temos perspectiva, mas o vento nos dá a direção.
A vida que vai à deriva é a nossa condução.
Mas não seguimos à toa.
Não seguimos à toa.
E quem, em nome de Deus, faz exatamente o que tem vocação para, vive com quem realmente ama, mora onde realmente gosta, vai aonde quer de vrdade e se ama, do fundo do coração? Vi uma palestra e o psicólogo disse que, se todo mundo seguisse a vocação, o mundo não teria lixeiros. Eu sei que é verdade, mas não deixa de ser uma bosta.
Clotilde, minha particular ressaca, a minúscula mulher-gorila que se agarra aos meus cabelos depois das gandaias da vida, resolveu que ontem não foi o bastante, e largará seu tacape na minha cabeça hoje tb.
Michael Moore Garouto!!!!....isso é que foi discurso.
Uia, se eu fui rápida no gatilho, foi mais ou menas isso:
"We live in fictitious times (...) We live in a time with fictious election results that elect fictitious presidents. (...) We live in a time when we have a man sending us to war for fictious reasons. We are against this war Mr Bush. Shame on you!"
O melhor comentário do Oscar foi do Aleh:
- Esse caras vão ficando velhinhos e ficam todos a cara do Jack Palance. Até mesmo as mulheres. Viu a cara da Sisi Spacek?
Alê, vc aluga fita de vídeo na Alsácia? Emoldura seus quadros e fará, (num futuro distante, qd juntar grana) american-box com a Carmem Molduras? Usa aquela franquia de correio perto das tintas famosas, que tem aquela dona japonesa, meio mal-humorada? Xeroca livros ilegalmente na Barco de Papel? Compra pão na Quintas do Morumbi e xinga a classe-média-metida-a-cu dessa bairro que não sabe fazer uma pacoda que preste? Compra comidinha japa (pro maridinho, que eu não como aquilo nem morta) naquele mercadinho japa láááááá embaixo, perto da Francisco Morato? Faz o rancho do mês no Carrefour Butantã reclamando que é "longe de casa"? Arruma pneu na borracharia do Claudio? Passa longe do Santo Américo e das suas mães que param-em-fila-dupla? Querida, falamos da mesma Vila Sônia. Eu tou aqui na Nilza Medeiros Martins.
Tou na cozinha descascando batata e ouço um Chico Buarque cantando láááááááá longe...comento com o Alexandre "que beleza, nosso vizinhos tão ouvindo Chico, até que enfim deram um tempo em Sandy e Junior!". Quando voltamos pro quarto nos demos conta que o som vinha da nossa própria TV. Desculpem vizinhos.
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Nem o Fidel tomou tanta cuba livre na vida quanto eu, ontem. Aliás, eu e o pai do noivo. Chafurdamos. Ninguém dá festas de casamentos como os judeus, não adianta. Eles sabem o que tão fazendo.
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Tou tentando botar música aqui, mas é difícil, viu? Eu não sou brilhante feito a Lu.
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E minha doce vizinha Márcia, me manda um prato de rabanada de café da manhã, eu posso? Sempre falo, a Vila Sônia é uma cidade de interior.
queridos, bom dia (ou fim de dia) e fofuras mil. E coerência. Desejo coerência a todos. Num é uma coisa boa de se desejar a amigos e inimigos?
Ai.
"Ma-ra-vi-lho-sa a idéia de boicotar produtos americanos, né não?
Vamos começar assim, caro internauta:
Se você tem uma homepage, não use HTML, pois foram eles que inventaram.
Não use Dreamweaver. Não use Microsoft Word nem Wordpad pra montar a sua página de protesto e boicote.
Ah, não use computador.
Se for trabalhar com computador, então - não trabalhe. É, peça demissão. Assim você vai salvar uns 2 iraquianos de morrerem fritos por uma bomba americana.Que diferença faz, me digam? Tá, eu também sou contra a guerra, mas não vou ser idiota a ponto de não utilizar meus recursos de expressão por causa da sua origem. Tem muito americano que também é contra a guerra, muitos espanhóis, muitos ingleses, mas isso não tem importância nenhuma pro Bushit. Tem? Que eu saiba, não.
A Cora falou muito bem, não há nada que possamos fazer a respeito. Na-da. Infelizmente."
Neguinho entrou aqui ontem procurando: "piranhas putas", "ouvir musica", "já sei namorar", "criança de rua", "lacraia", "a bela e a fera", "menina de programa", "desenhos gatinhos", "o que é bursite" e tchã tchã tchã tchã: "receitas de palmito". Isso é que é ecletismo, meus amigos.
Pedro e eu, com a apaixonada veemência que nos caracteriza – e que muitos confundem com teimosia – estávamos discutindo sobre a absurda lei que proíbe cigarros nos bares. Sim amigos, pois tempo houve em que você podia, em meio a outros viciados, pitar sua chupetinha do demônio em paz. Não num jardim de infância ou numa sala de cirurgia, mas nos bares. Querem que o cara seja casto e virtuoso para freqüentar um bar? O que vão proibir da próxima vez? Bebida alcoólica nos bares? Papo furado? Torpedos? Garçons carecas?
No meio dessa produtiva discussão, o Nelsão se virou para nós e, do alto de sua profunda e arraigada sabedoria nos disse: “Vocês não estão percebendo nada e nem estão pescando o que está por trás disso. Essa proibição é mínima e incoerente.
É mais uma manobra populista do Salim. O que vocês não estão vendo é que por trás disso tem um movimento mundial, um movimento anti-prazer. Trepar dá AIDS, comer aumenta o colesterol, beber dá cirrose, fazer preguiça faz mal pras coronárias, fumar dá câncer...”
Fiquei passada, chocada e assustada, porque faz o maior sentido. E não é paranóia de um bando de gordinhos viciados. É de uma coerência assustadora.
Uma das facetas desse movimento “anti-prazer” é a culpa. Nunca o homem foi tão controlado quanto nos dias de hoje. Com um computador, qualquer um sabe o que quiser sobre a sua vida. Quem é você, onde gasta seu dinheiro, onde estuda, o que veste, o que come, para onde viaja... Sua faculdade, seu trabalho, seu banco, seu cartão de crédito, sua vida está toda monitorada. Mas é sabido que para manter um cara sob controle não basta o controle externo. Um dia o sujeito se rebela e adeus. Assim, esse mecanismo de culpa, de auto-punição, instalado de dentro para fora veio para manter você definitiva e irremediavelmente sob controle.
Basta dizer que a maior força, o maior poder, a grande eminência parda dessa era, a publicidade, está totalmente pautada e estruturada em cima da culpa. Só se vende shampoos e camisinhas porque massacramos a cabeça de vocês com culpa. Coisas terríveis acontecem com quem não compra no Mappin.
Você visita sua mãe o suficiente? Parou de explorar o seu pai? Cuida do seu carro do jeito certo? Escreve sempre para sua avó? Come bastante comida saudável? Visita o dentista regularmente? É loira? É magra? É bonita? Toma Coca-Cola? Compra no shopping?
(continua no prox drops)
Nem eu. Dá uma culpa, né? Dá um puta sentimento de inutilidade, né? Dá vontade de morrer. Aí a gente vai e corre pro dentista, pra casa da velha, pro Spa, pro shopping e entra pro Touring. Mas sempre pelo motivo errado. Sempre pra corresponder a algum conceito.
Há alguns anos atrás as pessoas faziam ou não faziam, atreladas ao bordão: “O que os vizinhos vão pensar?”. Agora a gente faz para não decepcionar a mãe, pro pai gostar mais da gente, ou pelo menos pra gente parar de se agoniar ou chorar escondido, por causa de tanta, tanta culpa.
Não é à toa que a grande força religiosa desde o final de século passado é esse misto de misticismo com auto-ajuda, esse mix cósmico. Mas como, você vai me dizer! Se a grande bandeira da Igreja Católica, a soberana das religiões ocidentais a quase dois mil anos, sempre foi a culpa? Que garoto do século III aos meados do século XX nunca pensou em Jesus chorando atrás da porta e apavorou-se com a idéia? Mas o que a gente esquece é que a Igreja Católica tem dois mecanismos salvadores.
O primeiro é a confissão. Ce mata sua mãe, dinamita o gato, dorme com seu primo, e o padre te perdoa! Cê pode rezar 600 Aves-Marias, mas sai de lá sem culpa. O segundo – e não precisa ser católico fanático para saber – é que eles dizem de forma muito clara: Deus é amor. Deus te ama! Cê é filho do cara. Logo... mais cedo ou mais tarde cê vai pro céu, bicho. Cê acaba sendo desculpado.
Mas não é isso que a gente quer. Não é isso que o atormentado homem do início do milênio precisa. O que você precisa é do Lair Ribeiro, do Paulo Coelho e da jogadora de tarô dizendo que você tem que vestir azul, andar com dólar no bolso, fazer o Caminho de Santiago e usar uma pedra do seu signo pra ser feliz, e que se você não é, a culpa é sua.
Não se diz mais: “Coitada, tá com câncer!”. Se diz: “Tá vendo? Não se cuidou, bem feito, morreu!”. Ou, o que é pior ainda: “Por que você faz isso com seu corpo? Por que você está se punindo?”.
De uma forma ou de outra, não dá para escapar. Você nunca vai ser tão lindo quanto sua mãe queria. Nunca tão competente quanto seu pai espera. E, o que é mais assustador, você nunca vai corresponder às suas próprias expectativas. Você vai ser sempre isso aí.
E nem mesmo o consolo de encontrar com um amigo num bar pra desabafar te é permitido. Você é um maldito e inconsciente fumante.
Esse texto foi escrito há tantos anos, tantos... prum cliente, qual Rui? Bom, deve ser de 93, por aí.
Independentemente do resultado “oficial”, os americanos já perderam a guerra. Podem acabar com o Iraque, reduzir Bagdá, Níneve e Samarra a cinzas, liquidar Saddam Hussein, sua família, amigos e animais de estimação, varrer a população civil do mapa e, de lambuja, trazer Bin Laden vestido de odalisca e preso por uma coleira no pescoço para um tour amplamente televisado do Ground Zero; podem até ter um surto tardio de consciência e recolher todas as tropas do Golfo Pérsico — mas, a esta altura, nada do que façam ou deixem de fazer poderá alterar o resultado do placar.
Em apenas dois anos, como já observaram tantos comentaristas internacionais, George Bush e o cartel que representa conseguiram transformar a gigantesca onda de simpatia e solidariedade que se formou em torno dos EUA logo após o atentado numa tsunami de antiamericanismo de proporções nunca vistas.
AAAAHHHHHH!!! Roubei lá na Gi, que roubou de quem, Gi, da Tê???
TODO MUNDO COMIGO!!!!
Os TriBUSHistas - Já sei bombardear (W. Bush, Collin Powell, Tony Blair)
Já sei bombardear,
Já sei armar o missil agora só me falta atirar
Já sei invadir
Já sei peitar a ONU agora só me falta explodir
Não tenho paciencia pra negociação
Eu tenho é mania de perseguição
Não ouço ninguém, acuso todo mundo o Bin Laden e o Hussein
Não livro ninguém, exploro todo mundo acho que o mundo é meu também
Já sei derrubar
Já sei jogar a bomba na tua base militar
Eu sou o juíz, e não tô nem aí pra tantas vidas de civis
Peguei experiência com o Afeganistão
Se antes eu falhei, agora num erro não.
Não ouço ninguém, até o Collin Powell tá igual a mim também
Não livro ninguém, primeiro o petróleo, depois Amazônia também
Eu to querendo, Sadan Hussein
Eu to querendo, tudo o que tiver
To te querendo, não tem pra ninguém
To te querendo, petróleo do Hussein...
A gente aqui no debate do século por conta do nome do livro, e olha a Viviane, do BulaBula:
"o nome das coisas
A vida sexual dos papas. Isso é nome de livro, vi lá na Travessa. Apelou, perdeu.
Eu compro livros pelos títulos, talequal Maria de Fátima, a rainha da sucata. Tudo que é sólido se desmancha no ar? Comprei. Vastas emoções e pensamentos imperfeitos me fez gostar do Rubem Fonseca. Isto não é um cachimbo, com ilustração de Magritte atiçou minha curiosidade.Mas nada supera o Rosa pra batizar. Nada supera o Nada e a nossa condição, mesmo sem ser livro, mesmo sendo conto. "
Vivi, sua monstra, eu e meus associados doidos aqui atrás do nome pro livro novo e vc me vem com essa?? ADOREI!!!!!
Mais uma coisinha: o Juca pode ser até um cara interessante, mas bonito!?!?!?
Com certeza não brigaríamos por ele... há, há, há...
Beijos mil,
Mabelinha
Mas tem cabimento? Minha cunhada não tem religião mesmo.
Peguei daqui, do Eisenhart, esse menino lúcido, inteligente, lúcido, lúcido que só meu irmão mesmo pra descobrir... ah, e o Serjones, do Catarro, que deu a dica do blog.
"A regra geral é a seguinte: quando o sujeito escreve "nós", fingindo usar plural de modéstia, está pensando nele e em Deus, nesta ordem."
Eduardo Almeida Reis, em Burrice Emocional.
No msn, discutindo a guerra:
Pati diz
Ai, se eles param de vender Avon aqui eu morro.
Fal diz
E eu vou parar com a dieta. O mundo vai acabar mesmo, tanto faz, quero comer tudo o que gosto.
Laura diz
E eu quero comer todo mundo
Lu diz
Eu também tenho algumas tendências a rsolver. Uma delas com o Brad.
Fal diz
Bom o Juca Kfouri ninguém quer, né?
Lu diz
Ih, pode ficar!
Fal diz
Beleza
Egotrip
Amanhã eu tenho que fazer supermercado. E tem saramago na aula de literatura portuguesa. Tenho que ir ao correio, passar dinheiro pra conta da minha mãe e ligar pro meu irmão. Amanhão é aniversário do meu amigo. E o Alexandre vai cortar o cabelo. Amanhã, sem falta, tenho uns textos pra acabar, que combinar a apresentação dum trabalho com a Adriana e ser feliz. Dá pra não ter guerra, por favor?
A Cristiane, no guestbook das motherns matou a pau:
Os bebês soluçam porque não tem nada melhor a fazer e chorar às vezes cansa. Pode ser que eles façam isso quando entediados para se divertirem enquanto a avó busca desesperada uma linha vermelha para pregar na testa deles.
Pouco importa, a vida é uma merda. A gente inventa amor e arte pra esquecer o quanto é uma merda. Depois sou só eu farenjando minha própria dor, como um cão fareja a comida.
"A Verdade está lá fora, comprando gibis do Tio Patinhas e votando pro Dhomini ganhar no Big Brother Brasil. "
Grande Inagaki... e o melhor, acabo de descobrir que meu irmão ama o Inagaki e escreve coisas pra ele.