" Minha mãe sempre me diz: "Giuliana, você não veio me pedir opinião. Você veio apenas me informar." Todo mundo tomando nota, por favor?"
huahuhauhaua!
*
Senhores, minha cabeça não para de doer
* Ela mudou de casa e eu só demorei uns 6 meses pra avisar. Desculpa, beibe.
"Acredita nos que andam à procura da verdade. Duvida dos que a encontraram."
André Gide
Caras, a gente devia colocar essas frases em camisetas e sair distribuindo. Eu tou até as tampas com os doutrinadores, os sábios, os equilibrados. Juro.
Uia, eu num sumi pra sempre não, é que realmente, minha batatinha tá assando, viram?
Obrigada pela atenção e pelo carinho no LV, eu não vou nem dizer que vou responder aquilo pq ng mais acredita, mas eu vou, eu vou.
Eu não presto, mas eu te amo
Milhares de mails sem resposta, montanhas de coisas fofas no LV e necas de resposta... mails xingando que eu não respondo mails, meu deus, desculpem. Em minha defesa ilustro o tanto de trabalho que eu tou com a seguinte informação: no meio da loucura, quarta-feira esqueci, ESQUECIIIIII de mandar a crônica pro jornal de Terezina, tá? Eu sou um animal. Nem sei a Tati vai me perdoar e me querer de volta.
O fato é que dia 7 de outubro eu tenho que estar em Itatiba com os dois cursos prontos, e antes, ainda tenho que mandar a aula nova do curso da internet essa semana, e eu tou virando noite com isso.
Mas eu chego lá.
E chego aqui. Calma beibes.
* Jingou-béus
Amigos que foram crianças nos anos 70 e tinham mães fanáticas por natal que nem a minha: lembram duns calendários que começavam a ser usados um mês antes do Natal, que cada dia era uma janelinha, e a mamãe abria de noite, e atrás da janelinha tinha um desenho lindo, tipo um ursinho, uma guirlanda etc... alguém lembra disso? Alguém sabe onde compra??? Me conta pelo amor de deus.
Ass: Fal, a que vai dar sua primeira festa de Natal na vida, com convidados ilustres e quer fazer bonito.
Coisa fofa do tio Cazuza
O seu, o meu, o nosso Paulo José, coisa mais fofa, tá amanhã às 9 da manhã no programa Auto Esporte da Rede Bobo, exibindo seu Trabant chiquetéééssimo!!
Vamos lá, querido leitor, cole seu rostinho no meu
Cadê Você (Leila XIV)
Me dê noticia de você
Eu gosto um pouco de chorar
A gente quase não se vê
Me deu vontade de lembrar
Me leve um pouco com você
Eu gosto de qualquer lugar
A gente pode se entender
E não saber o que falar
Seria um acontecimento
Mas lógico que você some
No dia em que o seu pensamento
Me chamou
Eu chamo o seu apartamento
Não mora ninguém com esse nome
Que linda a cantiga do vento
Já passou
A gente quase não se vê
Eu só queria me lembrar
Me dê noticia de você
Me deu vontade de voltar
Chico Buarque, fia da mãe de me fazer chorar. "Me leve um pouco com você" é uma das coisas mais sofridas, mais lindas, mais tudo. Ai, deus.
Nossos comerciais, por favor
Magali, pra comprar meu livro, escreve pra mim: dropsdafal@uol.com.br
Pra me adicionar no orkut, me acha lá: Fal Vitiello Azevedo
Nesse nosso prédio de classe média-média (e perigosamente na corda bamba, eu diria), todas as varandas são iguais. Minúsculas e sem a menor graça. Chamá-las de "varanda" já é um insuportável pretensão.
Mas é aquela coisa, não pergunte o que a vila Sônia pode fazer por vc e sim o que vc pode fazer por ela - hohohoho.
Pois sexta-feira dessas (não hoje) tava eu com a cabeça cheia de pobremas, mãe no tratamento, o curso da internet arrancando meu couro, o curso de Itatiba me deixando doida, aquelas coisas. Resolvi sair no meio da manhã pra comprar meu lustre novo (aliás, eita lustre lindo, preciso arrumar um hómi que instale - hum, e minhas prateleiras novas tb, tou com pilhas e pilhas de livros espalhados na sala).
Tou descendo os degrauzinhos do prédio ouço um "Fabia!".
Era a Vera, a vizinha mais querida de todo mundo. Ela não mora, ela reina no primeiro andar, e fez de sua minúscula varanda, que é exatamente como as outras, um parque nacional. Não me pergunte, a doida tem árvore na varanda, vc entra no prédio e vê os passarinhos indo e vindo da casa da Vera. Fizeram dela uma espécie de quartel general.
Bão, tava a Vera lá, doidona, procurando a lagartixa que mora na casa dela, desesperada de medo de ter cortado o rabo da bichinha quando tava mexendo nos vasos. Sim, a Vera é do tipo que gosta até de lagartixa.
Discutimos a assombrosa anatomia da bicha um pouco, ela me fez rir como sempre, eu disse tchau, viro as costas e ouço um "ai meu Deus!".
Viro de novo, era a Vera "Será que eu deixei a fulaninha fugir?" (caras, eu vou descobrir o nome da fulaninha e a raça tb e conto pra vcs, a Vera cria passarinho solto dentro de casa. Sim, sim). E teve medo qque, no meio do nosso conversê, tivesse deixado a coisinha fofa dela escapar.
Nem tive tempo de responder, a Vera constatou, aliviada, que ela tava dentro do apartamento, dei mais meia dúzia de risadas e fui levar o cartão de crédito do Alexandre pra passear feliz da minha vida.
Como é que pode? Uma coisa boba dessas fazer bem assim?
Tem gente que é assim pra vcs tb? Tão fofa e queridinha, que você esbarra e fica feliz?
Eita, Vera.
(uia, se ela me autorizar, eu bato uma fota (do térreo mesmo) da reserva florestal que ela cria numa varanda do tamanho dum box e mostro procêis).
Depois tem mais cousa da Vila Sônia.
Não tem lugar mais legal pra morar em São Paulo, caras.
Sério.
(UPDATE IMPORTANTÍSSIMO: thor é a calopsita e pri é uma periquita australiana e a lagartixa chama beethoven, acabo de descobrir!!!!!!!)
Tem uns meses na sua vida que nem começaram e vc já queria que tivessem acabados? Outubro tá uma bosta e nem começou, incrível.
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Deve ter algum sentido oculto a piovani da Luana à mostra na ABL, deve ter.
Meditemos, irmãos
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Uia, a limpeza nos linques, que o Serjão me mandou fazer, já começou. Se vc pegar tranqueira lincada me avise, por favor. Já limpei um monte de blog que morréu.
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A Veja virou uma revista médica. E uma revista médica ruim, ainda por cima. Chega.
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Renata, Claudinho, Vera, Petita e Monix se juntaram pra dar de presente de aniversário pro Alexandre. É um dvd, "Fora de Controle", vcs já viram? Vimos ontem. São 98 minutos sem respirar. Amei.
(eles deram o Cidadão Kane tb, que já foi visto 10 vezes... se o Alexandre disser ROSEBUD pra mim ou pros gatos mais uma vez, a gente espanca ele).
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O tempo tá passando. Não é?
Bernardo desenhando, usando as meias do titio Alexandre.
Olha Funga, vc queria saber como era o chão aqui de casa. Chão de quintal, aqueles retângulos grandões de cerâmica. A prova de xixi de cachorro, uma benção, funga.
Ronie Von e Vanuza tão cantando "Como Vai Você" no Programa do Ratinho.
( a Vanuza tá tropeçando, ou é emoção ou é cana)
Sidney Magal, Rosana cantando sucessos de Rosana no Pograma daquele gênio, daquele talento, daquela coisa muderna da Filha do Ministro da Cultura de vcs.
Eu amo essa mulher, amo, amo, amo, ela ama mais a Cam que eu, mas tudo bem, porque eu também amo mais a Cam que eu, tá tudo certo. Loura, linda, douda, engraçada, amarga, lúcida, a melhor de todas nós e dura na queda é essa mulher. Eu sei, quérida, das dores, dos monstros que moram debaixo da cama e dos coquetéis molotov que explodem no nosso quintal (e ainda desperdiçam nossa vodka, merda), eu sei, e num sei o que dizer, além de que te amo, te venero, vc ilumina meus dias e me faz feliz. Queria te fazer feliz também, Ângela.
Ângela: Pensei sobre a sua pergunta. O que eu seria, se pudesse escolher antes? Eu iria aprender a tocar violão. Teria mais talento e menos vocação. Eu ia ser uma dessas pessoas que não sabem nunca onde estão, que não ligam pro nome da rua nem pro número da casa. Eu ia amar só as pessoas que merecem meu amor. Eu seria dessas pessoas que têm a resposta pronta, na hora, e não daquelas que três dias depois é que se dão conta do que deveriam ter falado. Eu nunca ia ter preguiça de raspar a perna. Eu ia ter longas unhas vermelhas e uma cinturinha de pilão, ao invés desse meu look de "cozinheira inglesa" - você sabe, gorda, relaxada e com roupas esquisitas. Eu ia ter um cavalo. Eu ia viver de escrever. E eu ia escrever cousas que deixariam todo mundo admirado com meu talento. Ia ter amigos intelectuais, que teriam conversas interessantes e que viriam à minha casa fumando cachimbos. Eu teria um pai que me amasse. Eu iria dizer “não” com a maior facilidade. E sem ficar culpada depois. E iria ser um desses caras que sabem lidar com dinheiro, que sabem cobrar e sabem se organizar com grana no bolso. Eu jamais guiaria um carro, não ia nem ter carta. Eu teria tempo. Teria cabelos vermelhos. Eu iria me amar mais. Eu iria ser organizada de verdade. Paciente. Eu seria uma dessas pessoas que pensam antes de fazer. Eu usaria chapéus. Saberia usar pronomes. Faria jardinagem ou teria alguma outra atividade aristocrática. Não teria medo de falar em público. Não teria pesadelos. Teria um piano na sala. Não aturaria nenhum medíocre, nunca, nunca. Só usaria salto alto. Faria bolos altos, fofos, daqueles que não solam. Acreditaria em Deus. Acreditaria num mundo melhor, num lugar melhor, numa vida melhor.
Depois de jurar para todos nós, de pés juntos, inclusive invocando o testemunho do Seu Alfredo, dono do bar, que nunca mais ia namorar uma moça com QI abaixo da temperatura ambiente, o Mário aparece com quem? Com a Leda, pô. Sei lá, tudo bem, mas, jurou em falso, vai pro inferno.
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Ele foi o homem-mais-forte-do-mundo. Companheiro do Tarzã na selva implacável. Agora faz interurbanos para pedir que alguém o autorize a passar o fio da TV a cabo pela parede. Ah, sim, e vai até a padaria para fumar escondido.
Às vezes, crescer - e por que não envelhecer?- significa assistir à impotência de seus heróis.
E, então, você também se torna impotente.
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Não são nem 10 horas da noite de uma honesta quarta-feira e eu já estou bêbada. Ou isso ou a moça da novela realmente disse: "Eu tenho se esforçado tanto!"
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Eu não sou bióloga nem zoóloga e os seis meses que fiz, em priscas eras, de Veterinária, não me habilitam a dar opinião nenhuma, eu bem sei. E então eu acho que tudo bem ir lá no meio da natureza catucar os bichinhos em nome da ciência, do conhecimento, do futuro da humanidade e tal. Mas em nome do que, de que ciência, de que-o-que eles fazem esses documentários do Discovery Channel, com quatro, cinco marmanjos sentados no lombo dum pobre jacaré? Quer dizer, serve pra que aquele espetáculo deprimente? A ciência avança? Eu desejo ardentemente que o jacarezinho se desvencilhe e coma os sacos de todos eles.
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Vez em quando só me resta sacudir a cabeça, sorrir e admitir: os imbecis do mundo têm um novo rei.
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"Nem tão depressa que pareça fuga, nem tão devagar que pareça desaforo", ensinava meu pai, certamente plagiando alguém.
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A primeira visita deles à zona foi ciceroneada pelo tio do Soneca, que dizia:
- Senhores! Vamos às putas!
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Que Deus nos livre de peças publicitárias com depoimentos espontâneos de clientes.
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Quando tudo, mas tudo mesmo, irrita, é você que tem problemas, não o mundo. E o que é pior: o mundo sabe disso.
Falando em blog chique, tem uns 100 recados de gente chiques no LV e eu ainda não respondi naaaaaaaada. Perdão. Vou estar entrando em contato com nosso departamento de RP e eles vão estar analisando o caso e vão estar providenciando uma solução.
Vejo o delicioso Professor Demétrio Magnoli na Globo News. Sociólogo, uma das pessoas mais lúcidas, mais inteligentes, mais retas que já ouvi na vida.
Em 90 e pouquinhos, minha vida era uma merda. Eu mantinha um relacionamento com um cara que nitidamente não me amava, por puro medo de ficar sozinha, eu não sabia o que queria fazer da minha vida (agora eu sei - putz, que alívio), minha síndrome de pânico botava as manguinhas de fora e começava a ficar fortinha sem que nem eu nem ninguém soubesse detectá-la, meu deus, meu deus. Mas eu ia pro cursinho, o Anglo, na rua Sergipe, e tinha aulas com esse homem. Caras, que aula. Ele falava de geopolítica e de política internacional e da vida, da vida, eu nem levantava a cabeça de tanto que eu escrevia, porra, vc saía de lá embasbacada, certo de que tinha ficado sábio e lucido por tabela, certo de sabia exatamente como o mundo funcionava, e ao mesmo tempo, chocado pensando "caralho, eu vou me foder no vestibular (a única preocupação na vida daquelas crianças bobas de classe média era o vestibular) eu nunca vou saber o que esse cara sabe". Eu tive grandes professores nessa vida, e essa foi minha grande sorte.
Quero oferecer essa tirinha pro meu pai, pra minha mãe, pra todo mundo que tá me assistindo, pra vc, Xuxa, e pros meus amiguinhos do clube secreto de e-mail
Baco, o cão, foi tomar banho na loja. Bárbara Manteiguinha, a gata, berra de saudades, trepa ni mim, vem na minha cara e faz miááááááááu. Tipos, "cadê meu namorado, sua gorda tratante?"
A criatura quer feijão preto e a minha panela de pressão é uma bosta. Acabo de encomendar uma, simplinha, mas que alguém com minhas parcas habilidades é capaz de manejar.
"quero mais q o mar pegue fogo pra eu comer peixe frito"
Acabo de ouvir da Mi, no msn. Mulé linda, além de linda, sábia, além de sábia, muito engraçada.
Minha mãe continua achando que minha conversão é minha saída profissional. Aí eu perguntei, "Mã, se eu converter, vc converte tb?". E ela " Tá doida, menina?".
Fiz a comida preferida do Ale. Ele pode escolher qrr coisa no mundo, eu faço, mas o que é que ele quer? Arroz, feijão preto e galinha capoeira. Eu falei pra ele que assim vamos mal, ele tem vocação pra pobre, eu num guento.
"Miles Davis, bolo de fubá e Maquiavel. Uma combinação estranha que faz a alegria do homem à minha direita. As amigas olham as fotos do final de semana. Trocam carinhos delicados. Os amigos tomam café expresso. No sofá, a adolescente parece tomada pelo livro. " Me gusta. Ele é craque.
Passando o rodo "As mentiras que a gente conta. As mentiras que escutamos. As mentiras que depois de tão contadas, a gente nem sabe mais se são verdades ou mentiras.
As mentiras que moldam aquilo que somos e aquilo que os outros pensam que somos. Aquelas mais importantes.
Tava falando lá com o Freud da Paissandu e chegamos a uma conclusão sobre a recorrente piada que se fala em amigos "Ah, eu sou uma farsa, rerere", sempre acompanhada de uma falsa modéstia, como que confessando sua parte farsa assim se desculpasse desta.
Ora, ora, amigos. A piada seria piada se contássemos na mesa do bar "eu não sou uma farsa"."
Presentes
Dos presentes, parece que o preferido foi o DVD do filme Sete Homens e um Destino. Assistimos duas vezes e meia, e depois disso ele se pôs a cantarolar a música tema nu pela sala, enquanto saltitava. Os gatos e o cachorro tão debaixo do sofá a-p-a-v-o-r-a-d-o-s
" É como ouvir a tia freira da gente falando palavrão pela primeira vez, é como dar o primeiro beijo, comer ostra pela primeira vez, você entende o susto? É como ver a mulher que a gente ama, nua, pela primeira vez, ou segurar o primeiro filho no colo. Foi como andar de avião pela primeira vez, ou ver o mar"
Eu queria ter coisas lindas pra contar, casos edificantes pra ilustrar, coisas engraçadas pra dizer, mas eu não tenho nada disso não.
Desculpem.
Vou brincar no sol.
"Eu já fui mais bonita. E bem menos cretina."
Laura
Ah, Laura, vc é linda, meu amor, e nada cretina. Eu que devia ter dito essa frase, beibe, ela é minha. Vou mandar bordar na camiseta.
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Caras, uia. Sabe aqueles dias né? Aqueles uns, aqueles, que qrr soprinho é um vendaval, que qrr calombo é câncer, que qrr dor é interminável e eu sinceramente tou uma companhia de merda.
Putz, como é bom esse negócio de ter diário de adolescente. Eu devia ter feito blog há anos e anos.
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Eu parei de ver a Salada de Pepinos, pq é ruim, ruim, ruim, mas a Jocy de Maringá me mandou uma mail-escândalo, não consigo abrir o uol pra colar aqui, mas ela me escreve dizendo que a Milla Cristie virou sapatão (na novela, na novela), ela já foi casada com uma amigo que meu pai amava, um cara gente boa, e eu tenho um carinho de parente distante por ela, e daí que eu voltei a ver Salada de Pepino por isso, mas continua ruim, e ainda tenho que ouvir o Alê me cutucando "É você e uma sapatão, impressionante!!". Huahuahuahau!
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A Ângela tá lá no blogete me difamando. Eu não disse que coment era coisa de vagaba, disse que era coisa vagaba. Dispersa, some, vc não lembra onde escreveu, se te responderam e o que, detesto coment. LV é mais quentinho, num é turma?
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Caras, esse slogan do tal do filme ALIEN X PREDADOR: Não importa quem vença, nós perderemos, devia ser o slogan da eleição de São Paulo. Só tem merda concorrendo, é só picaretagem. Não importa quem vença. No dia da eleição eu vou pra Águas de São Pedro, passear, andar a cavalo, fazer footing na praça.
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Assisti a todos os enlatados americanos da semana (eu vou gravando os nossos preferidos durante a semana) com minha mãe, as duas na cama, gargalhando a tarde toda, lá pelas tantas a véia constata "vc notou que a gente não pensa há umas 4 horas?" e eu perguntei "fez falta?". Não, constatamos, falta nenhuma. Diliça.