Uia, eu não fiz propaganda aqui não, né? Então vamos lá.
Turma nova do curso Arte na História.
CURSO ARTE NA HISTÓRIA
O curso é totalmente virtual.
Não, não precisamos estar todos conectados ao mesmo tempo nem para pegar as aulas, nem para discuti-las.
As aulas são lançadas num grupo de discussões do Yahoo, a cada quinze dias, o que nos dá duas semanas para conversar entre uma aula e outra lá mesmo, no grupo do Yahoo.
Ou mandadas individualmente, pra quem não quer ou não pode participar de um grupo de discussão.
Informações: dropsdafal@uol.com.br
Programa
Aula I
Arte. Que é isso?
Algumas teorias sobre o surgimento da arte.
Pedra lascada, pedra polida.
A vida como nós a conhecemos: as primeiras civilizações
No princípio era o verbo
Dos tijolos sumerianos aos jardins suspensos da Babilônia, passando pelos gatinhos do Egito.
Tantos povos, tantas histórias: persas, minóicos, micênicos, hititas, lídios, medos, dóricos fenícios, cartaginenses e, ufa, hebreus
Aula II
Uma pausa espiritual: se oriente rapaz I: China e Índia
As crianças da Grécia
Os geniais etruscos
Roma e a não-arte
Aula III
Balaio de gatos: bárbaros germânicos, arte românica, gótica e a Idade Média
Uma pausa espiritual: se oriente rapaz II: Japão
Aula IV
Humanismo
Grandes navegações: o mundo diminui
A terra é mui graciosa, tão fértil eu nunca vi
Renascimento: apertem os cintos, o Papa sumiu
Aula V
O barroco francês, Rembrandt, Bach e outras coisas do século XVII que fazem meu coração sorrir
Aula VI
Carneirinho, carneirão: o Arcadismo
Born in the USA
Eu sou Napoleão Bonaparte
Linha de montagem
Aula VII
Vizinhos Reais
Noutras palavras, sou muito Romântico
Romantismo Português, ó pá!
Eu te amo, porra! - Romantismo no Brasil
Aula VIII
A vida como ela é: O Realismo
Simbolismo
Lerê Lerê: Abolição
República ou morte
Impressionante
Freud, explica!!
Aula IX
Século novo, vida nova
Espartilhos e grandes bigodes: a Primeira Guerra Mundial
Futurismo, cubismo, dadaísmo: é ismo que não acaba mais
As pessoas de Fernando
Derretendo relógios
Fazendo moda, fazendo arte
Nós cantamos na chuva
A Segunda Grande Guerra
Baby boom
Aula X
Flower Power, o passaporte pra revolução
As veias abertas da América Latina
Coca-cola é isso aí: a publicidade e o divino
Moda, cinema, literatura, poesia, arquitetura, teatro, pintura, escultura, publicidade, rádio: stress puro ou seu dinheiro de volta
O Havaí seja aqui : internet, a nova arte e o diário coletivo
De volta à pintura de paredes: os novos urbanos
Comida de Cachorro:
Pancreatite, obstrução estomacal e leucemia.
Era isso que tinha meu gatinho.
Bão, tem, né, ele tem leucemia.
Vai ter altos e baixos.
Mas o importante é que agora ele volta pra casa.
Quando eu chegar sexta-feira ele já vai tar lá.
:o))))))
Obrigada pelas coisas ditas, tão fofas, Angélica, laerte, Isaura, Lu, Cam, Vera, Monix, Renata, Mimizeca, Beatriz, Pit, Carola, Violinha, Nelsinho, Equipe A.B., Meg, Alma, Ruizinho, Clio, Garota Marota, Fefê, Babe, Diana, Priscila, Cynthia, Alê, Beatriz, Ticcia, Daniella, Claudia, Carla, Lili, Stella, Mel, Muriel e Atum (hohohohoh), Gabby, Bibizinha, Ticcia, Eduardo, Jayminho, Mel, Laura, tati Perolada, Palpiteira, Bibiela, Bia, Mina, Carol, Laura Mothern, Vanessa, Bia Badaud, Anne, Ryta, Leila, Filó e Roscoe (hohohoho), Rê, Solange, Sealvia, Tereza.
Qt gente fofa que ama os gatinhos, achei lindo isso. Obrigada.
*
Itatiba, teu cenário é uma beleza. Tirei leite da vaca!!!!!! Quer dizer, eu não tirei, eu tentei tirar, apertei a coitadinha, com meia dúzia de peo~es rindo de mim, até que Eurico, de pijama e galochas, sentou-se no banquinho e ordenhou a vaca!!!!! Que humilhação, meu deus.
Boletim Médico
Comida de Cachorro teve uma obstrução estomacal, resultado da comilança dos malditos isopozinhos que vêm na embalagem de livros que a gente compra pela internet. Ele ainda tá internado, não se sabe se vai ficar bom.
Mas obrigada por todas as coisas fofas que todo mundo disse, os beijos dos gatos, Cam botando fota, que coisa linda. Muito fofo. Brigada.
Correspondência adúltera e secreta: "Fal, ah, Faaaaaal, o que eu faço, Fal??? Ele manda um rodo de e-mails todo dia, mandou doce aqui pro trabalho, ah, Fal. Eu ando tão precisada duma paixonite... eu adoro o *, vc sabe, mas ai, uma paixonite caía bem, viu? E eu fui ao orkut e fucei e ah, Fal, ele é um tiozinho tão palatável... acho que vou sucumbir".
Huahuahuhauhau, tiozinho palatável é DEMAIS!!! Vou adotar. Pra mim num serve mais, posto que eu mesma sou uma tiazinha, e nem sou palatável. Mas vou adotar. Amei.
Tá na Folha: "Duda Mendonça declarou não ter vergonha de nada, disse se tratar de um hobby antigo e que não estava fazendo nada de errado.
O marqueteiro foi indiciado pelos crimes de formação de quadrilha, apologia ao crime e maus-tratos contra animais, segundo a PF."
Adooooooooro a elite desse país, adoro, adoro.
O fato
O fato é que eu sou uma merdica. Mas tou cheia de amigos inteligentes e cultos. Eu não mereço. Nelsinho, beijos, Nelsinho!! "Fal, não sei se voce antigamente assistiu um short film do welles em
que ele tratava dum falsário de quadros de trato excelente pros
clássicos de tintas e museus.
Sempre a discussão filosófica: a qualidade do falso merece a mesma
celebração do original autêntico por experts?
É difícil dizer, quando tudo passa ao domínio dos laboratórios
investigativos forenses. Mas na qualidade estética desavisada, tudo é
beleza.
beijo, nelson"
*
Ô Carmela, nome lindo! E palavras doces também.
*
Gabby, as aves que ai gorjeiam não gorjeiam como as da Vila Sônia não, já dizia o poeta. Que beleza.
*
Botei os alunos desenhando. Eu sou uma cachorrona, isso é que é a verdade.
Meu, são 3 da manhã e tem passarinho se esgoelando de cantar aqui. Viver no mato é incrível. Daqui um pouco começa o galo. Preciso descobrir o nome do galo. Sonhei que estava em Las Vegas - bem feito, quem manda dormir vendo tv?
Caras, eu ainda tou em istandi-bái (aê Nupércia, segura essa, fia), mas eu tinha que contar.
Num é que essa moça tá dando texto meu e da Claudia Letti lá no blog dela sem citar fonte? E ainda bota aquele recurso de impedir cópia, sabe, tipo "direitos reservados"?
Huhauhauauhuah, era o que me faltava.
Vc tem bom gosto, fia, pelo menas isso.
Eu avisei, eu avisei que outubro ia ser uma bosta e vcs riram de mim. Taí.
Tomei banho, lavei bebelo, botei mudinha, e vou comer sanduíche de queijo com banana com o Eurico, na cama, na frente da TV, que nós merecemos.
Cença.
Never let anyone outside the family know what you're thinking.
(é, Don Corleone, o sr. sempre tem razão)
Parece que eu levei uma surra. Pensando bem, eu levei uma surra.
*
Tenham paciência. Meu uol alterna momentos de desespero com momentos de catatonia.
*
Eu sei, eu sei.
Leave the gun, take the canollis
Assisti ao Poderoso Chefão ontem.
Aquele suspirada que o Brando-Corleone dá quando o Tom Hagen conta pra ele que o Sony morreu é a melhor atuação que qualquer um já fez em qualquer cena.
Alguém entende o que eu quero dizer? Aquela... não é bem uma suspirada, é uma bufada, ele expele o ar que tá no pulmão, ele meio que encobre um gemido com aquele expiração. Aquilo. Aquele segundo. Brando é o melhor ator vivo ou morto por causa de uma respirada bem dada.
Faz uns 10 dias, Laura, você me mandou um mail, perguntando sobre o que exatamente eu queria escrever. E eu fiquei dias e dias com sua pergunta na cabeça, por que sou sempre chamada a explicar meus escritos.
A primeira e mais óbvia pergunta é sempre a que restabelece a calma no coração do leitor, porque lhe explica "é real?", "foi com você?".
Imediatamente depois vem a estranheza. Drops? Por que drops? Mas o que aconteceu antes deles se encontrarem? E depois?
Um doce editor uma vez me escreveu, depois de ler pedaços dum livro que nunca saiu, pra dizer "Fabia, eu não entendi nada. Qual é o fio?". Ah, estamos sempre tão preocupados com o depois. O fato é que não tem fio, Laura. Eu não quero escrever sobre fio nenhum. Não quero descrever os dias, os meses, as gerações que vão passando, embora adore escritores que o façam. Não. Eu quero o segundo. O turning point, ou não, mas aquele momento. Aquela gota, aquele drops de tempo, aqueles momentinhos, que juntos, fazem da sua vida isso que ela é, fazem de você isso que você é. Porque, ao fim e ao cabo (viu como ler o Dr. Reis me faz culta?), é isso que somos todos. Momentos, segundos, gestos pequenos, pensamentos minúsculos, todos bem costuradinhos e macerados. É sobre isso, minha amiga, que eu quero falar. Claro que eu amo o pratão de pudim, que o diga meu manequim 54. As grandes tramas, recheadas de personagens, gente pra lá e pra cá, mil tretas, mil voltas... mas minha perdição são os drops, aqueles quadradinhos coloridos, embrulhados em papel celofane, que você carrega no bolso e que, de vez em quando, mete um na boca. Aquele momento, aquela frase, aquele suspiro. Não sinto a menor atração em falar sobre uma civilização, ou um período. Talvez um pouco sobre uma vida específica um pouco mais sobre uma fase da vida de alguém. Mais ainda: sobre um dia na vida do cara, sobre uma hora, dum determinado dia, numa determinada fase. Mas, mas do que tudo, Laurinha, eu tou sempre atrás, daquele segundo, aquele suspiro, daquele gemido, daquela virada de cabeça. O que cruzou sua cabeça quando você estendeu a mão pra pegar a xícara? Qual foi seu primeiro espectro de pensamento quando você viu seu reflexo no espelho, ou virou uma esquina num corredor da faculdade e encontrou com ela? Qual foi o primeiro sentimento dela quando te viu? Quando ela se reapaixonou pelo marido, no primeiro segundo em que soube que o amava de novo, ela sentiu o que? O que passou pela cabeça dele, um centésimo de segundo antes do carro atingir o muro? O que aconteceu com meu coração no momento exato em que ele gritou comigo? O que significa o pequeno gesto com o qual ela arruma o brinco ou tira aquele pelinho imaginário do suéter? O que foi que eu senti quando ele partiu meu coração? O que veio no segundinho de nada antes do sorriso? O que sentimos durante aquele breve abraço?
Não a explicação rebuscada e racionalizada de depois, não, naquele momento, naquele segundo, sentimos o quê? O que, minha doce Laura? Eu quero esse mínimo, esse segundo, esse nada, essa piscada de tempo. Eu quero a cena congelada no tempo, aquela da qual a gente não se livra, aquilo que o Salinger fala num conto, sobre ter ficado com a sensação da cor amarela do vestido dela na palma da mão.
Aquele esgar do querido Don Corleone veio de onde? Significando o que? Um dia, em frases curtas, eu vou ser capaz de traduzir o gemido que o Brando não deu naquela cena.
E é sobre isso que eu quero escrever.
Agora, sobre essa treta toda, Dra. Cam, consultinha rápida, fazemos o que? Tiramos o LV do ar e fica mos só com os mails, como a sábia e deliciosa Marinex?
*
Tereza, eu tou aqui. Com calor, com saudades de casa. Metendo o pau pra dar conta da aula 10 e dos outros trampos. E meio, sei lá. Sabe, faz uns anos, eu aprendi do jeito mais doloroso (pode acreditar, o mais doloroso mesmo) que se vc puder evitar trabalhar com amigos, melhor. E hoje eu tive a confirmação disso. Depois de um certo rolo, venci uma discussão que, absolutamen te, eu não fazia a menor questã. Depois vim quieta pro meu canto e meu primeiro pensamento foi "graças a deus nós não somos amigos".
Aiai.
ARRIBA Além de serem uns fofos, esses meninos (vai ver que são todos meninas, mas eu num sei, eles são misteriosos), defendem uma nobre causa.
Deus sabe que eu sou contra todas as patrulhas menas essa: a da babaquice. babaca tem que pegar e esfolar. E eu só não dou meia dúzia de nomes preles crucificarem, pq a hora das minhas devogadas, Dra Cam e Dra Funga tá pela hora da morte.
Até a vitória final, companheiros.
Magáiver
Do alto da minha insônia uns dias atrás, peguei um filme sensacional que tava passando no cabo com titio Istalone (qual filme dele não é sensacional, querido leitor?).
Preso num túnel que tá enchendo d'água, Silvester praticamente salva a América usando só uns fiozinhos desemcapados e um trem que parece um Magiclick.
Isso é que é homem.
* Show de Democracia
Bispa Lenice (da igreja da Bispa Sônia), Aguinaldo Timóteo, Dr. Farrat (o do Ratinho), Ademir da Guia, Soninha ex-MTV, Aurélio Miguel, Wadih Mutran, Zelão, Russomanno, Pampa.
Parabéns São Paulo pela forma consciente e madura com que vc elegeu esse corpo de vereadores. Agora a coisa vai.
Querida Fernanda Miranda, é um site de comprar bolsas pela rede, é isso?
Uia, eu amo esse aqui, parte da minha falência é culpa deles, veja se te agrada.
beijos, beibe.
Gentem, guentem, a porra da aula 9 tá quase no fim. Se bem que eu tb, huahuhauhuahua.
Aceita como seu legítimo esposo?
Amiga, acabou de casar ou vai casar daqui um pouco?
Tenho certeza que sua mãe/madrinha/melhor amiga casada te encheram de conselhos, todos eles muito bons, muito sábios.
Mas nenhuma, amoli, nenhuma te deu um conselho tão bão quanto esse que eu vou te dar.
No caso de vc ser uma imbecil que não quer ter empregada e for a responsável pelo jantar, é o seguinte: nunca, jamais, jamais, nunca, emtempo algum, pergunte pro seu amo e senhor o que ele quer jantar. Entendeu? NUNCA. Isso aqui é um casamento, não é uma democracia. Eu sei dos segredos sombrios que vão no teu coração, eu sei que o vc espera no fundo é ouvir um "não, amor, eu sei que vc teve um dia horrível, sentada na frente de um computador de merda, eu sei que vc tá esgotada, amorzinha, minha linda, eu sei que vc só faz chorar há 48 horas, vamos pedir chinês".
Querida, acredite na titia, ele não dirá isso. Ele dirá "Macarrão", "Feijoada", "Frango", ou qualquer merda dessas e vc, exausta, depois de chorar de impotência na tarde toda a frente dum doc que não te obedece, ainda vai ter que esquentar a pança no fogão.
Se vc acha que é o caso de pedir comida, seja macha, peça, não fique esperando gestos de caridade.
Uia, esse foi de graça.
Do próximo conselho em diante, 50 reau.
Ainda o choro
Outra coisa que me faz chorar alucinadamente é aquele filme que o Gerrár Depadiê e a Uupi Goubér, ele uma espécie de anjo, ela uma dona de empresa, tomam conta dum menininho. Mas eu choro de passar mal.
E o Alexandre? Riu o filme todo da minha cara. E ainda reclamou que o filme dava sono.
Uia
Recebi um mail indignado da Ieda, reclamando que eu nunca botei fota do Bolero aqui. Ieda, meu gorduchão é tímido, ele vê a máquina e escapole, olha aqui, ele é o de pé ao lado da porta. Nessa fota tão os seis. Lindos, fala sério?
Atendendo à Tia Cam: De pé ao lado da porta, Bolero Beleléu.
Na cama, um pouco afastado do grupo, Bisteca Antônio.
A meio laranjinha do bolo é Bárbara manteiguinha. A Branquinha é Berta Lacinhos. O pretinho e branco é Bolívar Piscininha Spitz e o marronzinho do bolo é o´primeiro, o úinico, o mais guti-guti, Comidinha de Cachorro.
Hum, e sim, Tia Alma, todos castradíssimo, com a graça de deus.
O Caixote
Quéridos, O Caixote novo tá no ar, é o número 16!
E tia Fal tá lá. Visitem e escrevam pros editores (ocaixote@ocaixote.com.br) falando bem de mim, façam o favor.
:o))))
Touched by an Angel
Eu choro de soluços no final do seriado, quando o infiel-tochicado-cético-desviado-desajustado social vê a anja brilhando e se arrepende de sua vida de erros e crimes, se arrepende, e pede perdão ... e o Alexandre ri da minha cara. Francamente. Que falta de respeito. Assim não dá.
DATA FAL INFORMA
Cambada de desocupados paulistas, uma agência de soluções digitais precisa de dois caras com urgência, um designer e um programador , que sejam limpinhos, honestos, durmam no emprego e tenham boa aparência.
Vamos trabalhar, vamos trabalhar.
Escrevam pra ela e se apresentem: fullgiu@gmail.com