Mãe desnaturada que sou, esqueci:
FIZEMOS 4 ANOS DIA 11 DE MARÇO!!!!
Parabéns, bloguinho-bebê.
Obrigada a vcs todos, meus queridos, que vêm aqui todo dia, às vezes, só quando as Megeras mandam, pra falar bem, quando a Zel fala de mim com fofura, no intervalo da reunião, pra falar mal, pra zoar a novela, pra ver foto de gato fofo, pra saber de mim, enquanto o cabelo seca, pra pegar linque pros blogs legais aí do lado, sempre, Pra saber qual foi a nova forma que eu inventei de explorar a Silvia, pra ver se eu tou viva, pra saber se tem bolsa nova na denize, pra me ouvir xingando o governo, quando as Motherns elogiam, várias vezes por dia, de vez em quando, quando chove, pra dar risada das minhas trapalhadas, pra ver se eu falei da Maloca, pra ler minhas cartas roubadas, só aos sábados, dia-sim-dia-não, enquanto as crianças se vestem, pra ver as coisas lindas que o Calendas desenha, quase nunca, pra pedir janelão, esperando o trânsito melhorar, de quando em vez, quando lembram, quando o Idelber indica, mas que quando vêm, muito me honram com seus olhares.
:o)))))))))
"...e Gio... traz aí pra nóis um acreano de boa cepa, coisinha normal, tipo 1,70, cabelos de indio, pele bronzeada, mode a Fal ter material didático pra nos ensinar a arte milenar dos rituais de acasalamento do Alto Amazonas, visse? Mas pressa aula eu dispenso os emails. Marca o dia que eu to chegando.
Aliás, tomando Daime, fia? Isso que é selvicio... e ainda te pagam é? putaqueopariu...que inveja.
Falando naquilo, o que é que tem que fazer pra se candidatar ao harém do Cláudio? Mandar currículo? Testes de aptidão?Já vou logo avisando que só mando foto depois que ele publicar a dele.
Suzi"
Agora, como pode uma cerumana iluminar essas mentes pervertidas, vcs me digam. E é isso o dia todo, um email mais engraçado que o outro, um alento. Amém. :o)))
"...e Gio... traz aí pra nóis um acreano de boa cepa, coisinha normal, tipo 1,70, cabelos de indio, pele bronzeada, mode a Fal ter material didático pra nos ensinar a arte milenar dos rituais de acasalamento do Alto Amazonas, visse? Mas pressa aula eu dispenso os emails. Marca o dia que eu to chegando.
Aliás, tomando Daime, fia? Isso que é selvicio... e ainda te pagam é? putaqueopariu...que inveja.
Falando naquilo, o que é que tem que fazer pra se candidatar ao harém do Cláudio? Mandar currículo? Testes de aptidão?Já vou logo avisando que só mando foto depois que ele publicar a dele.
Suzi"
Agora, como pode uma cerumana iluminar essas mentes pervertidas, vcs me digam. E é isso o dia todo, um email mais engraçado que o outro, um alento. Amém. :o)))
Dogma
Achei tão fofo o devogado do Palocci dizendo que o cliente dele ter sido indiciado foi uma "heresia jurídica". O pessoal anda tão católico, né? Amém.
Más companhias
Bem que a sua mãe dizia que vc era bom, os amigos é que te estragavam, lembra?
INfluenciada pelo lado escuro da força, Wandinha montou blog. Tá perdida, Wan, tá perdida.
"comi bolachinha amanteigada recheada de goiabada, muita goiabada, junto com uma xícara de café fortíssimo. A felicidade está nas pequenas coisas. Especialmente nas pequenas bolachas amanteigadas recheadas de goiabada, muita goiabada.
a Ingrid não gosta de café. Ela se arrevorta comigo quando tomo, e nesse momento sou apenas uma hospedeira. A Kath disse que isso de nenê não deixar a gente tomar café é contra a convenção de Genebra.
eu amo ver meu escritório bombando. Adoro esse agito.
meus gatos estão carentes, depois de um fim de semana prolongado de cafunés e mimos e colos. O Olivier quase não nos deixou dormir hoje, ronronando na nossa orelha.
eu tou me sentindo apaixonada por tudo. Como é bom isso, como é bom
" Daqui
"Queridos, ontem a Helê me ligou onze e meia com a notícia de que João Marcelo já está entre nós!!!!!!
Ela falou com a prima da Rê, que disse que correu tudo bem, o menino nasceu com 3 kg e saudável. O parto atrasou um pouco, nossa amiga deve ter ficado morrendo de fome, sede e ansiedade, mas o que importa é que no fnal deu tudo certo.
Hoje à noitinha devo ir lá conhecer esse fofo pessoalmente - meu coleguinha de aniversário. Já fui procurar no site da maternidade e ainda não tem foto, assim que entrar eu aviso vocês, tá?
Beijocas
Monca"
Pq que eu tenho blog e amo a vida da internéte, parte I
"Fal fofolucha, bom dia!!!!!
Espero que v esteja bem.
Eu sonhei com você esta noite todinha.
Olha que é difícil eu ter um sonho só a noite toda e mais, me lembrar
exatamente das doideiras que sonhei (pq é sempre doideira) no dia seguinte.
Então, sonhei que tinha sido convidada pra almoçar na sua casa, olha que
chique!!
Chegando lá, com mais uma meia dúzia de convidados, descobrimos que éramos nós (os convidados) que tínhamos que fazer o almoço, pq você (a anfitriã) estava em seu quarto repousando. É, repousando amada, foi essa a informação que recebemos.
E naquelas maluquices de sonho, de repente já estava na hora da sobremesa,
eu nem vi o que é que comemos no tal almoço, e a sobremesa era um pão de ló
pelado, pelado, só com recheio de doce de leite condensado.
Sabe aqueles que a gente põe a lata dentro da panela de pressão, cozinha e
pronto? Assim.
Até que não estava ruim, tanto que eu comi três pedaços do tal pão de ló.
Final do sonho: eu e os outros convidados todos, limpando a sua cozinha, que
diga-se de passagem, estava uma zona. Uma bagunça só.
E quanto mais eu varria (minha parte era varrer), mais suja ficava, tinha
até arroz espalhado pelo chão.
O resto do povo lavando louça, limpando fogão, aliás, que fogão lindo que
você tem hein??? Um seis bocas todo em inox, embutido, uma lindeza seu
fogão, só estava meio sujo, hehehehe.
E na hora de ir embora, vc não apareceu nem pra se despedir, tinha voltado a
repousar, pode isso???
Eu acho que esse sonho tem a ver com aquela sua história de ser imperadora,
ditadora, sei lá, uma poderosa que manda e o resto da humanidade obedece
né???
Querida, querida, querida, um lindo dia pra você, um beijão e um abraço bem
apertado, bom repouso procê visse minha linda??
beijocas,
Helga"
Eu repousando é tuuuuuuuuuuuuudo nessa vida, Helga, tudo, tudo, tudo. Adoguei.
Por favor, candidatos a virem aqui cozinhar pra mim E limpar minha cozinha, cadastrem-se no LV, principalmente na parte de limpar a cozinha, faz favor!!!
E Helga, se eu tendo esse lindo fogão de inox 6 bocas, tu já tem pesadelos, não vejo a hora de vc vir aqui e ver meu brastempão 4 bocas, véio e enferrujado. Aí é que vc vai ver o que é pesadelo, nega.
Deus, eu amei seu sonho. Beijos minha bela.
A lindíssima Ticcia me botou num jogo pra falar sobre umas tantas coisas que eu tenho medo, mas Ticci, minha lista tem uma linha só: de tudo.
*
A moça da livraria perguntou, a pobrezinha "Mas o que que vc quer mesmo?". E eu respondi que ela não teria tempo de ouvir tudo e ela riu.
*
Em verdade vos digo: fazer doce de leite cozinhando a lata de leite condensado é uma arte perdida.
*
Na novela Miss Molico diz pra Zorba, o Paulista:
- Mas Zorba, o Paulista, como vc vai embora? Nós somos uma família!
huhauuah, só se for a família Adams.
*
Aliás, ainda sobre a novela, esse porra desse De Júlia tá do lado de quem, caraio?
*
Ah, nunca subestime o poder da negação.
*
Me dá vontade de incorporar uma Ângela e sair perguntando: "vem cá, cê tá com pouco problema?"
* Denize de cara nova, que, como disse a Ticcia, tá tu-do.
*
Aliás, minha bolsa chegou. Denize de deus, eu não mereço usar uma coisa linda daquelas. Fiquei besta. E chorei um pouquinho, eu ando esquisita. Muito, muito, muito obrigada. Ser sua cliente é uma alegria.
*
Vixe, tou perdida de amor por Vinícius de Moraes, de novo. Nosso amor é assim, ele tem fases.
*
Gente linda de aniversário hoje, né, Monca, Max e o neném novo da renata, o João Marcelo, que vem fazer deste um mundo um pouquinho melhor. Tou de ovo virado, mas amo vcs, queridos, feliz neversário.
"Falzoca,
Aqui em casa nunca tivemos animal de estimação. Mas num resisti e adotamos um gato.
A princípio a gente ia adotar um menorzinho de 6 meses, mas aos 44 do segundo tempo acabos caindo de amores pelo figura aí da foto.
Chegou ontem.
Ele tem aproximadamente quatro anos.
Por enquanto ainda está se ambientando na casa, achando cantinhos, meio tímido.
Mas dengoso até não poder mais.....
Taí o mais novo morador aqui de casa - o Aramis.
beijos grandes...
Fer"
Amar um bebezico-nenê, é fácil.
Bom, pelo menos, é mais fácil.
Mas adotar uma cosinha linda dessas, gente ou bicho, pq vcs sabem, amor foi feito pra espalhar, com 4 anos, hábitos formados, caráter pronto, e se dispor a cuidar e tratar e carinhar e judiar de todas as formas que um gatinho pode ser judiado (os daqui de casa são torturados com apertinhos estilo felícia e a voz de bebê debilóide, (Paula Abreu e Zel são as mais recentes - mas não as únicas - testemunhas) eles chegam a revirar os olhinhos e suspirar de desgosto de ter uma mãe tão cretina) é coisa de gente que tem uma grande alma, um grande coração. Salve, Fer!!. Os que vão morrer numa grana pagando ração, agüinha-de-pulga-de-botar-na-nuca, areinha-de-cocô e ratinhos-de-pelúcia te saúdam!!
**
Cheguei em casa só agora, portanto, quilidos do LV e do email, tenham paciência comigo.
***
Acabo de aprender a fazer trema, hahahaha, quem tem marido esperto nada teme.
Até onde são capazes, os corações humanos de suportar a dor, a desordem, a rejeição e o caos na bolsa de valores?
Até onde uma rica herdeira está disposta a ir por ambição?
Até onde um homem apaixonado se sujeita aos caprichos duma rica herdeira por amor?
Até onde uma jovem desvalida da sorte pode suspirar, desmaiar, pintar o cabelo de louro e engravidar sem querer?
Até onde a gorda do balcão de frios conseguirá fatiar presunto sem seus dedos gangrenarem?
Até onde você estará disposto a perder seu tempo lendo essa droga?
Sim, leitor amigo, tudo nesse mundo são dúvidas e desilusões.
Sim, sim, sim.
Ou não, não, não, sei lá.
A SAGA DOS MENDEZ&CHAVEZ
Mais que um Secos e Molhados!! Todo um carrosel de emoções!!
"Fal, cheguei na parte do texto, do curso que você diz que "A maioria dos Reis na Idade Média eram analfabetos". Essa parte vai ter algum link com os dias de hoje? Senão você deveria colocar um asterisco assim: *Qualquer semelhança com fatos reais(ou atuais) é mera coincidência.... hehehe
bjim
Greice G."
*
A insônia passou aperna ni mim e me fez ver por sólidos minutos, abobada que eu estava com o sono-que-não-se-dorme, um filme pavoroso, eita Telecine, duma casa cujos fantasmas ou almas ou sei lá eu, espancam um garotinho. Que horror meus deus. Tem aquele ator italiano que eu eu venero, mas mesmo assim, um lixo.
Céu azul, logo de manhã, por incrível que pareça.
Céu azul e frio, meu segundo tipo de tempo preferido.
Agora já tá tudo nublado.
Nublado e frio, meu primeiro tipo de tempo preferido.
Calma, Fal, Sublima. Sublima. Inspira, expira, calma, calma. OOOOOOOOOOMMMMMMMMMMMM.........................
Livro do maridex da Jô Elias, vcs viram, fiotes? Aqui.
:o)))))
- Fal?
- Eu.
- Acordei o Alê?
- Nada acorda o Alê, Ana, vc sabe, ele desmaiou às 9 e meia.
- Que vc tá fazendo?
- Vendo Ronifon e me preparando pra assistir o Jô, pq ele vai entrevistar o Ronifon.
- Ah, que programão.
- Si fudê.
- Rárárá. Vi vc na televisão, falando de blogs.
- Foi.
- Vc não sabe falar de mais nada?
- Não, e nem disso. Eu engano, vc sabe.
- Eu sei.
- Ou tento enganar, o que é pior.
- Eu sei.
- As meninas tão boas?
- Insuportáveis e boas.
- Bom.
- Sua mãe tá bem?
- Agora tá sim.
- Eu li no blog que de domingo pra hoje vc não dormiu vendo filme de mulher que chora no box.
- Verdade.
- Dormir pouco engorda, vc sabe.
- Vai à merda, Ana.
- E hoje, vc tá com sono?
- Não.
- Tem programa?
- Mas criatura, eu não acabo de dizer que vou ver o Ronifon no Jô?
- Ah é.
- Então.
- Eu tou na minha mãe. Tem reunião financeira essa semana e eu tou em São Paulo.
- E só avisa agora, cretina?
- É, ué.
- Sei.
- Comprei uma garrafa de rum.
- Ana, são quase 11 da noite!
- Vc tem limão aí?
- Ana, são quase 11 da noite!
- Tem ou não?
- Tenho.
- Gelo?
- Tenho.
- Seu liquidificador funciona?
- Funciona.
- Vc precisa jogar essa merda fora e comprar um de jarra de vidro que nem o meu.
- Olha aqui, ele funciona, tá?
- Tou indo.
Quando o belo Ronifon entrou no palco estávamos pra lá de bagdá, senhores.
Só lembro vagamente da entrevista e dele cantando de mão no bolso, coisa fofa da titia. E depois eu dormi que foi uma beleza.
Frozen daiquiri.
A bebida dos que não têm religião.
Ou têm, mas esqueceram.
E faz tempo.
Amiga mulheríssima, eu sei, eu sei.
Sei que a vida ruge lá fora, que o mundo é mau e que as rodas do destino nos arrastam no turbilhão dos acontecimentos.
Sei que às vezes vc se sente frágil e impotente e pequena e perdida. Sim, eu sei.
Mas maquiagem, querida, é coisa séria.
Portanto, antes de sair dando uppercuts na cara do inexorável, minha pequenina ninja guerreira, dê-se uns minutos para aplicá-la direito.
Respire fundo, pelo diafragma, como a titia ensinou. Relaxe.
E passe a massa corrida direitinho.
E por que eu estou te dizendo isso?
Rá, porque hoje eu apliquei o rímel com o pé e saí pelo mundo parecendo a Emília numa bad trip de ácido.
Clotilde esmigalhando tijolos na minha testa, o mundo rodando, inferno.
Eu me dei um prazo, certo?
Logo eu, que abomino prazos.
28 de maio.
A história tem que estar acabada até lá.
Ou minimamente alinhavada, pq assim não dá.
Que nossa senhora do bom parto me ajude.
Arrumei a sala (médio), lavei a louça (médio médio), joguei dúzias de batons vermelhos fora (em que vida eu usei batons vermelho-paixão, meu pai?), botei o lixo pra fora, enchi a máquina com roupa, lavei a área de selvissio, fiz conserva de alho, respondi emails (parte deles), fiz pesquisa pra crônica de comida (que não deu em nada, alías, que bosta de pesquisa), varri sala (rárárá), mas esqueci de chamar o tintureiro e agora não dá mais tempo. Maldição.
Tem gênio demais neste mundo, ando me sentindo meio burra. E eu ouvi vc, Ana, dizendo, "meio não, vc é burra inteira". Se fudê, viu?
Claro que vcs já me ensinaram a escrever a palavra com um risco em cima, mas ensinam de novo, amiguinhos?
Como eu disse a Juliano, sobrinho mais velho, comparar filme com livro não é coisa que se faça.
Livro é livro, filme é filme.
Mas que eu fiquei decepcionada com o Rerispótis 4, lá isso eu fiquei.
Então quer dizer que a Maria de Fátima deu pro Zorba, o Paulista? Ou mái gódi.
*
Irene ravache tem um "pressentimento" de que a Ex Puta não é boa coisa. Putz, incrível. Eu posso estar no mesmo banehiro que um cereal quiler que eu não saco nada, agora, esse povo, pressentes cousas todo o tempo.
*
E Miss Molico vai dar ações e mais ações (como é fácil) pro Maresy pq ele tá ameaçando de sequestrar aquela ruivinha chata que ela cria. nada tema, Miss Molico, do jeito que essa menina é insuportável, ele num guenta nem 10 munitos, inda te dá uma graninha procê aceitar ela de volta. rá.
*
Extreme Fofulence
(especialmente pro Luiz, com amor. Melhoras, mô bem)
Por favor, se vc tem um coração fraco, pobremas, dores de cabeuça constantes, joanete, tendão inflamado e ego idem, pule esse post. É fofulência demais prum cerumano problemático lidar.
Mas se vc tem espírito forte, sangue nas veias e a cabeça no lugar, eu lhe dou:
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
BÁRBARA NENÊ!!!!!!!!!
Sim, eu sei. É fofura pra mais de metro. Ela sempre foi assim, um esquilo. Repara nas mãozinhas. No cabeção. Nas manchinhas. A Maloca mandou vc reparar tb nas orelhinhas. É uma diliça.
Agora chega.
Controle-se.
Respire fundo.
Agora, feche o blog e volte pro relatório.
A cara de pau das pessoas me encanta. Deveria me putificar, né, eu preciso voltar pra terapia, mas caras, me encanta. Eu rio divertida aqui, com os emails que recebo. Ai-ai.
E então são quase 3 da manhã e vc tá quase com sono, mas antes de tentar dormir de novo, vc faz sua última ronda pelos canais e descobre que, na TNT, O Reencontro acabou de começar, aquele, que o Kevin Kline corre de tênis e a Glen Close chora no chuveiro e o W. Hurt esconde as drogas na parte de baixo do carro e daí vc sucumbe claro, e mais de cinco da manhã tá lá vc, pilotando a cafeteira e falando com o cachorro e daí vc vai cuidar da vida né, fazer o que.
Ave, Fal.
Catarina, love you à primeira vista.
Menina, já falei pra Denize que ela tem que trabalhar dia e noite pra entregar os pedidos. É cada coisa linda que não sucumbi, eu tombei.
Já pensou no projeto do Braço Fashion do seu Governo? Vamo montá a butique?
Beijosssssssssss
Bel
Stella, mái uél, vc pediu meu textos sobre blogs, tá aqui. Ele foi feito pro Salão Literário de BH, em agosto do ano passado.
Pessoal dos comentários, perdão, eu vou lá dar conta deles daqui um pouco, tou apertada de costura aqui.
:o))
O BLOG NAS ESQUINAS DO COTIDIANO
“From the forests and highlands
We come, we come”
Shelley
Cheguei ao mondo blog no comecinho de 2002. O amigo que me indicou os blogs, disse vagamente que eles eram "páginas na internet, fáceis de montar, onde você pode escrever o que quiser, quando quiser". Eu usava a teia eletrônica desde 1997 e nunca tinha ouvido falar deles.
Tendo o blog (já extinto) do meu amigo como plataforma de lançamento, comecei um blog meio parado, e conheci o blog mineiro Mothern, e o blog da paulistana Zel.
Foi como se eu tivesse levado um tapa na cara.
Eu me reconheci ali, em cada palavra.
Eu sabia escrever daquele jeito, eu podia me expressar assim.
Se o cotidiano daquelas mulheres servia para a escrita, oras, o meu servia também.
Em 1999 eu havia lançado um livro pela Editora Iglu, Crônicas de Quase Amor, e havia despontado para o anonimato. Longe do esquemão de distribuição, apadrinhamentos e indicações das grandes editoras e livrarias, eu não tinha a mais vaga idéia de como encontrar leitores. Com o passar do tempo, eu me sentia sem ter o que dizer e nem para quem.
Nos blogs, produzindo o meu e lendo os dos outros, descubro, a cada dia, que sim, eu tenho o que dizer. Todos temos.
Não requer prática
Uma vez dentro desse mundo, descobre-se que a mecânica é muito simples. Diversos sites fornecem a qualquer um as ferramentas básicas para que se coloque um blog no ar em minutos. Juro. Minutos. Num blog você é produtor, editor, distribuidor e consumidor.
Com o tempo e, principalmente, com o contato com outros blogueiros, você fica mais espertinho.
Entende a delicada estrutura que sustenta o mondo blog, amparada na santíssima trindade do visitar-escrever-ser visitado.
Entende que a intrincada selva de links é o que mantêm seu blog sendo lido e visitado e que sim, você tem que fazer parte disso, lincando outros blogs, fazendo comentários sobre os textos dos outros, estabelecendo relações - os blogs fazem um jogo de referências, que sustenta e retro alimenta o sistema. Você também aprende o jargão da atividade (por exemplo, que você não é um “escritor”, é um “blogueiro”, que o que você escreve não são “textos”, são “posts”, e que, aliás, você não “escreve”, “posta”).
Aprende a postar imagens e inserir sons no seu blog.
Aprende a alterar o tamanho, tipo e cor das letras que usa.
E aprende a etiqueta do mondo blog: não deixar comentários quilométricos no blog alheio, não dar lição de moral, não usar posts e imagens dos outros sem dar os devidos créditos e que relevar alfinetadas é melhor que armar grandes barracos, só para começar.
E, ahá, você aprende a escrever especificamente para esse novo veículo. Seu olhar para o mundo muda. Você começa a ver seu dia, as pequenas coisas que formam suas horas, dum jeito diferente. Aprendi e aprendo, todo dia, a valorizar os pequenos gestos, os pensamentos rápidos, os lances rotineiros. Porque tudo pode virar post. Para cada pedaço do meu dia, se bem escrito, se apresentado duma forma atraente, eu tenho quem se interesse.
O blogueiro quer o público. O leitor é parte integrante e necessária do blog (não é por acaso que a enorme maioria dos blogs tem espaço para que seus leitores se manifestem, formas variadas de contatar seu autor e até medidores de visitas, que informam não apenas de onde vieram os leitores como, não raro, o IP, o número de identificação do computador de quem os lê).
Aliás, sem o olhar, a admiração, os apartes e comentários dos leitores, a maioria dos blogueiros nem teria a disciplina de atualizar em bases diárias, ou quase, seus blogs. Dos blogueiros que falam de seu cotidiano (porque há os que fazem de seus blogs colunas jornalísticas, gastronômicas ou policiais), temos de todos os tipos. Os compulsivos, que anotam nos seus blogs o itinerário exato das viagens que fizeram, as listas de supermercado, os livros que desejam comprar. Há os econômicos, que postam poucas linhas, que economizam seus dias e aventuras e só nos entregam flashes. Há os entusiastas do copy and paste (olha o jargão aí, gente), os que gostam tanto do blog dos outros que postam partes deles, com os devidos créditos. Alguns são confessionais, alguns falam em terceira pessoa (a divertida Flávia, uma das autoras do blog Bloggete , costuma contar as próprias histórias dizendo “Uma amiga minha....”). Há quem diga nome de marido e foto filho, há quem chame o marido de S. ou H. e não conte nem de que cidade fala.
Os blogs permitem que você encontre seu fluxo narrativo com calma, experimente, ponha-se à vontade, encontre a sua forma de usar sua voz.
Mesmo que você não queira, ou melhor, mesmo que não admita querer, num blog você escreve para os outros, exatamente como escreveria num livro, ou num jornal. Não fosse isso, sejamos francos, você não estaria escrevendo na internet, e sim num caderninho de capa florida. Mas diferente das respostas obtidas nos jornais e livros, num blog você poder ver a reação de quem lê quase que imediatamente. Você vai aprender, vai se ajustar para agradar um determinado grupo, o dos seus leitores. E eles também vão se adaptar a você. Ao seu estilo. É um ajuste de placas tectônicas, todo mundo tem que se mexer. No meu blog, não é incomum que novos leitores, ainda não acostumados com meu jeitão, escrevam para mim para perguntando se eu estava brincando ou falando sério. Eu nunca explico. Eles se acostumam.
A maioria dos blogueiros parte sim de suas lembranças, fatos cotidianos e idéias. Mas quando esse material é publicado no blog e posteriormente lido e comentado, ele vira uma outra coisa. Ao receber comentários, responder a eles, inseri-los num texto futuro, o blog se transforma num veículo da intimidade coletiva.
O autor do blog se expõe, mas seus leitores também.
Gordas e Patuscas
As vizinhas de Nelson Rodrigues, gordas, patuscas e cheias de brotoejas não inventaram a fofoca. Nem as janeleiras do Érico Verissimo. Nem as velhotas bigodudas do Eça de Queiroz. Mas elas nos ajudaram a entender uma verdade inegável, desde que o mundo é mundo: nós adoramos a vida alheia. Nos alimentamos dela. E queremos que alguém adore a nossa - ou melhor, o que queremos divulgar da nossa - também.
Não importa o quão anunciado como obra de ficção é o livro ou o filme. Queremos saber o que há ali de autoreferente, de autobiográfico. Perseguimos entrevistas com os envolvidos, queremos saber de onde veio aquilo tudo, queremos que a combinação mágica de palavras "baseado em fatos reais", legitime a obra, nossos sentimentos, nossas vidas. Claro. Se existir qualquer nesga de realidade, de biográfico, de "aconteceu comigo" (adoramos historinhas em primeira pessoa) no que lemos ou assistimos, pode acontecer conosco. Se alguém de carne e osso faz e sente aquilo, eu posso também.
O blog satisfaz essa nossa necessidade, mas pede que satisfaçamos a dos outros. E então, você se dará conta da vaidade, do encantamento de perceber que sua vida interessa ao outro. E do assombro de perceber-se enredado e realmente interessado pela a vida desse outro.
Amou daquela vez
Devagar, você entende que, ao transferir o diário íntimo para a internet, ele se torna de todos. Você quer ser lido, você teme ser lido. Blogs são donos de um exibicionismo tímido e, até certo ponto, controlado pelo autor. Mas não totalmente. O blog nos dá a dimensão do íntimo que se esconde e se exibe.
O autor do blog irá se construir diaria e lentamente perante seus leitores. Ele vai se revelando, uma anágua aparece aqui, um lenço cai ali. Um gosto, um medo, uma alegria, um sonho lançados em forma de post - o blogueiro fará pequenos comentários reveladores ao longo do processo, deixando que seus leitores percebam, não uma pessoa pronta, uma obra acabada, mas um narrador que está sempre em construção. E mesmo esse caleidoscópio, essa imagem difusa que formamos dos nossos blogueiros favoritos, tem que ser construída, ela vai se formando aos pedacinhos, é necessária a visitação freqüente a um blog, para que o seu autor se revele, ou pareça se revelar, para nós. Um diário, qualquer diário, virtual ou não, nunca é um relatório fiel e exato da vida de seu autor. Você não tem paciência ou tempo de contar tudo que vive. Nem tudo você quer manter como lembrança gravada. Você não se orgulha de todos os seus atos e pensamentos, não assume ou controla todas as suas paixões. Mesmo num diário de papel, o autor pode editar o que não deseja registrado. Num blog essa edição se amplia, porque você também quer proteger partes da sua realidade, de seus pensamentos e ações dos olhos alheios. Você quer ser lido sim, e amado, e admirado, mas pelo que filtra e permite que seja lido – você não quer dar munição para ninguém. Você quer, enfim, que seus leitores adorem o cara que está ali na tela. Quão parecido com você é com esse cara, depende de você mesmo. E do olhar de quem lê.
Extra Muros
A literatura começa quando alguém se propõe a falar de si mesmo e sobre o mundo por meio das palavras.
Literatura é, também, recriação da realidade.
Para Sartre, escrever era desnudar-se, era revelar o mundo e, em especial, o homem. Ele disse que cabia ao escritor propor ao leitor um pacto, para que juntos eles transformassem o que os cercava. Uia, o velho e bom Sartre ficaria feliz em saber que, em muitos blogs, isso acontece rotineiramente. Autores se desnudando e propondo pactos aos seus leitores é o pão com manteiga de um bom blog.
Não, não, nem todo blog faz literatura. E nem todos os que a fazem, fazem sempre. E a que é feita, nem sempre é de qualidade. Exatamente como em qualquer outro lugar.
É possível fazer literatura em blogs, sim, como não? E é possível não fazer.
Há que se entender que os blogs são mais um veículo para a palavra. Como os jornais. Como os livros. E, assim como em outros veículos, os blogs têm lá seus macetes. Há uma certa preferência, por exemplo, pelo textos curtos, de poucas linhas, recurso dominado com maestria por blogueiros como as meninas do Bloggete, a Maloca, e a Cé. Mas mesmo isso está mudando, blogueiros como a Esther – que também publica entrevistas com blogueiros - e a Marcinha costumam produzir textos grandes para os padrões blogueiros, sem perder o interesse da audiência.
Além disso, a possibilidade de publicação imediata do que foi produzido pode, muitas vezes, levar à superficialidades (e, hohohoho, no meu caso, a erros ortográficos abissais). Mas, que diabos, eu tenho uma boa quantidade de livros mal escritos e mal revisados nas minhas estantes, você não? Tem muita coisa boa e muita coisa ruim em blog. Como em toda a internet. Como na vida, aliás.
Se literatura é um trabalho de elaboração, de suor, de planejamento, ela é possível e realizada em diversos blogs pela rede.
É muito cedo para alguém afirmar o que vai ou não vai ficar do nosso tempo, e eu não falo só de blogs, mas de música, de tecnologia, de tudo. O que será visível daqui a 100 anos? Quem ficará? Em 400 anos, o que, do que fazemos hoje, terá relevância?
Então, do que eu sei, do que vivo, blog é algo novo, uma experiência pela qual estamos passando todos juntos e, juntos, aprendemos a conhecer esse meio de comunicação, subjetivo, inegavelmente... mas criador.
Os leitores do meu blog são personagens da minha história cotidiana. Minha audiência é, sem dúvida alguma, parte da minha narrativa. Da minha experiência com o Drops da Fal, vou tecendo meus livros. É fantástico para um escritor saber onde, em que ponto, tocar o leitor. No blog, aprendo quando e como agradar, tocar, emocionar, sacudir ou irritar meu público, porque a cada passo, obtenho respostas quase imediatas. Eu escrevo em interação direta com o leitor, para o bem e para o mal.
Blogs podem, ou não, ser efêmeros, exatamente como qualquer livro publicado aqui ou ali. É cedo demais para que se saiba o que ficará dos blogs. Ou de nós mesmos. Mas não é cedo para que se reconheça a literatura que alguns produzem.
Afinal, se não for literatura o que fazem, por exemplo, Ticcia e Ane, como meu chapéu.
Le journal
Diferente dos diários que são guardados na gaveta, os blogs têm público. Gente adorando o que você diz. Gente detestando o que você diz. Gente que manda e-mails fofos, presentes de aniversário, que estimula você, que torce por você, se lembra de suas palavras muito tempo depois. Gente que vai medir você, julgar você, achar que você é sensacional, achar que você é patético, se convidar para ir à sua casa no próximo final de semana, tentar salvar sua alma para Jesus, procurar para você num sebo secreto aquele livro que você não acha. Gente que vai consolar você e brigar com você, gente que vai dar mostras de amizade e de mesquinharia e de generosidade e de safadeza nunca dantes navegadas. É um mundo novo. É um mundo delicioso. É um mundo assustador. Porque, nunca se esqueça, trata-se sempre de gente. Pessoas reais. Não tem nenhum robô comentando no seu blog, todo mundo ali tem CEP. Aquelas luzes que piscam, aqueles nomes na sua tela? São pessoas. Com tudo que isso acarreta. O blogueiro, necessariamente, terá que lidar com cada uma delas. Você faz amigos ali, gente com quem se pode sair pra tomar sorvete. E você também (hahaha, minha especialidade), angaria antipatias. E é maravilhoso e novo e esquisito e excitante descobrir que uma máquina nada mais faz do que levar você a ter contato com... mais e mais pessoas. Jamais sonhei ser tão lida, conhecer tanta gente nova, ler tanto.
Leio muito mais hoje do que há três anos, porque hoje, além dos amados livros, leio blogs. O blog me permitiu ver o mundo de forma diferente a cada post, a cada link, a cada dia. É uma aventura, é um aprendizado e se manter um blog me mostra o outro, claro, também me ensina sobre mim, na mesma medida.
Das pessoas que se aproximam de mim via blog, e das quais eu me aproximo, algumas ficam, algumas não, como permanecem ou não, as pessoas que conheço sem ser via internet. Na minha experiência, os leitores se renovam, a cada poucos meses recebo uma nova leva de comentaristas, que se mesclam aos leitores mais antigos que permaneceram.
No seu “Por Que Ler Os Clássicos”, Ítalo Calvino nos diz que devemos ler os clássicos, enfim, porque é melhor ler clássicos do que não ler.
Aqui falamos da mesma coisa. Faça um blog. É melhor que não fazer.
"Fal, como sou tapado. Fiquei pensando quem poderia ser a mulher na foto P&B. Claro: a sua MAMA.
Eu sou tão neuroticamente saudosista que eu queria ter nascido em épocas que não vivi. Mais exatamente na década de 30 (1935 ou 1037) pra poder curtir os anos 50 na minha juventude e os anos 60 na minha fase adulta. Que tempo magnífico.
O olhar das pessoas era outro, o comportamento, a elegência, o andar... Ela tem aquelas fotos que pegavam o tronco e o rosto dela, em que as pessoas sempre olhavam prum nada perdido no horizonte infinito? As pessoas eram muito mais bonitas. Tua mãe, heim? Arrebentando corações!
Manda um grande, forte e carinhoso beijo e abraço pra ela. Aliás, era formatura do quê?
Beijo, Leandro"
CATARINAAAAAA!!! pideite: "Ô Fal, Catarina vai ficar impossível de metida, mas não posso mostrar para ela agora que a danada está ocupada, perseguindo um gambá que se encarapintou no alto da pitangueira (juro que é a mais pura verdade, não é figura de estilo!). Vou bloquear o site da Denize como "conteúdo proibido". Já disse isso a ela.
Beijos,
Rosa"
Agora vcs me digam o que deve ser a vida duma cerumana que tem quintal, Catarina e pitangueira? Rosa, quer caseira, amolei? Papo sério, eu já me ofereci pra Vera, mas ela não me quis. Eu cozinho muito bem, limpo médio, arrumo gavetas super bem e Alexandre limpa piscina e dá banho em Catarina. Pensa aí.
Helga, pelo amor de deus, que coisa adorável vc fez. E gostosa tb. E que carta fofa. Tou sem palavras e sem ação, meu bem. Obrigada, o ovo é lindo (e totoso). E AS TRUFAS SÃO O CRIME DA MALA!!!!
Como são boas as trufas da faby, meu pai. Tá dando briga conjugal e mãezal aqui, os comunas avançam sobre a minha popriedade privada.
amor
fal
Ramos
Fosse viva, hoje minha avó iria à missa das seis, e depois iria pra casa, fazer almoço especial, porque o Padre ia almoçar lá.
Ô Padre Mário, o senhor não me ama mais?
"Mas Fal, vc é a última pessoa do mundo a poder falar em adoção de cachorro, Bacco é de raça, quanto vc pagou nele? Por que vc não adotou um de rua? Detesto gente que faz uma coisa e prega outra.
Desculpe, mas é isso"
J.
Minha queridíssima J., vou botar o tom da sua carta na conta de que vc é uma alma pura e que ama os animais, certo?
Baco é a coisa mais viralata que existe, com muito orgulho. Até púdou tem na árvore ginecológica dele, ele é um caldeirão de gens desencontrados (e descontrolados). Baco é lindo mesmo, a mãe-natureza foi boa pra ele, muito boa. E pq ele é muito, muito, muito bem cuidado, alimentado, escovado, vacinado. E amado, amado, amado. E mimado. E feliz. Nunca se viu catolo tão feliz.
Ah, e o blog é meu. Eu falo do eu eu quiser, mesmo que Baco tivesse custado 15 milhões de dólares, eu ainda falaria do que eu quisesse. Só pra constar.
Uia
Falta uma semana pra Páscoa, tu foi lá na Fabi encomendar totolate? Num dianta vir me dar ovo vagabundo depois, viu?
Minhas vizinhas que compraram coisa dela dela tão doidas de amor, eu fiquei doida de amor, meu marido quer casar com a Fabi (cachorro) e as trufas, então, puff, evaporaram, que só tem gente safada e comunista nessa casa, ng respeita a propriedade alheia Vai que é tua, Tafarel.
*
Eu acabo de pagar déreau pruma moça fazer barra numa calça minha e tou aqui pensando, que geração mal criada a minha, num era preu ter aprendido a fazer uma coisa bunda dessas? Que fracasso que eu sou.
*
Recebi email avisando dum evento da SUIPA amanhã, mas caras, daí eu li o que a Marina disse, já me esbudeguei de chorar, tá foda. Vai lá ler o que a Marina disse, depois corre na SUIPA, adota um catolo-esquilo, é toda uma vida nova ter cachorro. Baco, com seu cabelinho de bítou (né, Cam?), fez nossa vida tão mais feliz. Eu recomendo a adoção de catolos-ursinhos em larga escala. Adote, castre (se não estiver castrado, os da SUIPA já devem vir nos conformes) vacine todo ano, e ame, ame, ame. Tão bom ter au-au.
Uia nosso bebezinho, de colarzinho de ula-ula, recém-chegado do banho, com o papai dele, fantasiado de Robocop.
*
Sejam bons, me animem, me digam que um dia terei dinheiro pra chamar um marcineiro bom pra cacete, que cobrará os zói da minha cara, mas fará a mais enlouquecida, magavilhosa, chique, gigantesca e fortona estante de livros. As minhas amadas prateleiras de trilho num guentam mais o repuxo. Tá maus.
*
Outro plano pra quando eu ficar rica: só usar tintureiro. Há de chegar o dia que nem calcinha e cueca se lavará nesta casa. Meu sonho é não lavar mais nem pano de chão. Transformarei a área de serviço num, sei lá, 'puxadinho' da cozinha e mandarei tudo pro Seu Antônio Tintureiro lavar. E passar, principalmente.
*
Sonhei que o Alexandre era filho do Quércia. Cruzes.
* As Fridas pedem pra gente abrir a bolsa e contar o que tem dentro. Eu com medo de mexer naquele troço, Monca, Hele, ng melece.
*
Assim como são as pessoas, são as criaturas, meus filhos, já diria Didi Mocó. E Didi Mocó tem sempre razão.