oi gatenhos. tou em caxambu. a conequeção é um treco. mas tá tudo bem. meu pé tá vivo. maloca veio, mas ela fala muito, come demais, eu morro de vergonha. ainda bem que ela já anunciou que esse ano não anda mais comigo porque tem mais o que fazer. a vida é dura, ameguenhos. cecília ainda me ama, ela não esqueceu a mamãe-adotiva. comi queijo feito em casa, a esther é simplesmente a esposa ideal. eu aso com ela a hora que ela quiser. ó que, hum, esther anda impossível, briga comigo e com ana o tempo todo. ana está com penteado fashion. maloca veio feito um piloto de stock car. comi fandangos, que coisa execrável.
Bom dia, leitor amado. Pra mim, que nem dormi e não vou dormir mess, inda é bom dia de quinta, veja você.
Mais tarde eu escrevo procê dum outro lugar.
Aqui tá tudo bem.
Então, leitorzinho maroto, que você está ligado que a tia arrancou uma unha numa topada faz uns diinhas, celto? Pois vai dai que, no mesmo pé, a tia enfiou um caco de porcelena que chegou quase no nariz. Rios de sangre, leitorzinho sensível, rios de sangue. Qualquer um menas macho que eu, tinha desmaiado.
Ser eu tá cada vez mais gostoso e divertido, estou adorando.
Tou no IG, hoje é quarta.
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Pavoooooooor eterno dessa gente divulgando causas sociais, caridades ou seja lá o nome políticamente correto prisso, mandando emailzim no níver "vamos fazer a nossa parte e...". Quem faz, faz e não conta pra ninguém, eu aprendi isso com a Tati pra não esquecer nunca mais. Quem faz o bem, cala a boca bem calada e faz, faz com fervor. Se vc precisa mandar e-mail pra mostrar quão bom caráter e ótimo exemplo vc é, amado, vc faz pra se amostrar, pode ir cantar noutra freguesia. Tolerância zero com babaquices de todos os tipos. Num guento mais. Caridosos profissionais; gente que, ao mesmo tempo que abana o rabo pra ganhar secretaria de prefeito duvidoso, posa de embaixador da ética e da "consciência" (seja lá o que esse povo chame de consciência) e da "cidadania" (palavra que todo mundo usa e ninguém sabe o que quer dizer); moçada das "ações"; moçada que quer me vender desodorante e acha que eu não vou perceber (porra, quer vender desodorante venda, eu acho ótimo, dinheiro foi feito pra circular, mas não disfarce, assuma, tão bonito quem tem coragem de assumir "Ei, tou aqui vendendo desodorante". Eu, se pudesse, vendia de caixa fechada) - que Deus coloque oceanos separando essa turma toda e eu. Sério, eu vou acabar sozinha mesmo, e se tudo correr bem, numa sala acolchoada, mas não dá, não dá.
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Naty, seu presente de aniversário ficou em cima da minha cama. Eu toda pimpona lémbaixo e seu presente aqui. Parece até desculpa pra você ter que voltar, né? Pensando bem...
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Se ontem eu ranquei uma unha (sério, saiu inteirinha) ao enfiar o meu pé no pé da cama - o pé da cama é mias duro que o meu, quem pode mais, chora menos - hoje a fechadura do meu quarto, que ontem começou a não fechar maisontem, fechou tanto que me trancou aqui e foi preciso que o Senhor Aldenor, pedreiro que atua no bairro e que hoje em dia dá o ar de sua graça na reforma da Célia, escalasse a casa da mamãe, entrasse no meu quarto pela janela, e usasse toda sua técnica e capacidade bélica pra fazer a porta se abrir.
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Todo mundo nesse planeta é mais novo que eu. Eu sou a pessoa mais velha que existe.
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O silêncio fala mais que mil palavras, acumaé que é aquele velho deitado? Os silêncios me dão na cara. O perigo, como sempre, é eu me apaixonar.
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Sinceridade demais também não é bom, rapaziada, nada bom. Sério. Nego perde a mão. O que não deixa de ser engraçado. Desde que não seja com a gente.
* era o grito de guerra do Capitão Gemada, dos Sobrinhos do Ataíde. O Capitão Gemada é a identidade secreta do Peterson Foca, minha personagem preferida no mundo todo, gosto mais dele que do Zooey e do Toríbio Cambará e do Hellboy. Falo isso pro Baco todo dia de manhã quando a gente vai andar a avançar em todos os pastores alemães do nosso caminho.
Impressão minha ou Shazam tentou afogar o ganso de Batman naquele rio nojento? Mani, qualé o artigo do códego penal que a gente enquadra um véio tarado que tenta dar caldo em gansim bebê?
- Móia, gansão diliça!
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Tá lá o fio do Seu Mané Da Venda olhando Fester Panda nozói e dizendo "Tio Fester, você é meu pai, minha mãe, minha nega, meu tuda". Aiai. Fester-Panda é pago pra se meter na vida alheia.... e eu fazendo isso aqui de graça, fios. Qrr hora dessas eu raspo o cabeção, me enrolo num lençol e vcs vão ter que pagar por acesso, papo sério.
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Uia, o fio de Bubu tacou foi um tijolo na fia do Chico Buarque. Faz BO, santa, faz BO, deixa não.
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E a mulé do Bubu, mãe do marginal "A professora tá afim de prejudicar o menino". Hahahahaha. São nossos filhos, nossos, viu? Não é fio da vizinha não, prestenção. Apoio incondicional, GP, são uns monstros. As mães e o fios. Que inda dizem "às vezes não tem jeito". Claro que sempre que eu cuspo pra cima, cai no meu olho, mas graças a deus eu não sou mais professora.
Bubu é mau, não se engane
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Vixe, Bete Balanço Meu Amor Me Avisa Quando For a Hóóóóra fazendo sessão de auto ajuda com a Songuinha da Estrela? Pelamordedeus, vem no LV, fia, vem, que nóis dá conselho muito melhor que essa criaturinha.
Bete Balanço Meu Amor Me Avisa Quando For a Hóóóóra
Songuinha da Estrela
Paula Clarice® diz:
olha pra vc, vc é bonita, inteligente, formada e ZZZZZZZZZZZZZZZ...
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Ah, credo, a Songuinha da Estrela na verdade é mááááá. Ela só quer roubar o marido maluco, deprimido, esquisito e péssimo investidor de Bete Balanço Meu Amor Me Avisa Quando For a Hóóóóra. Que horrorh, meu deus, que horrorh, não se pode nem confiar na Songuinha maisi.
- Qué? Pega pra você no rebote.
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A Mãe Guerreira Coragem é amiga de Bete Balanço e chega lá e mede Songuinha da Estrela e mora na filosofia. Mãe Coragem já sacou que aquilo não é debiloidice, é safadeuza mess.
Tirante o fato de ter tido fios com Bubu (ela é a premera espousa de Bubu), Mãe Coragem não é burra.
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Uia, imááágins de Dubai, onde mora o marido da empregada da casa de Toni Uepa. Ele tá lá a trabalho, é motorista. Eu vou a passeio. Assim que a Suzi ganhar na loteria, ela vai me levar pra morar naquele hotel que parece um veleiro. Vai ser uma glória lavar minhas meias na pia da suite presidencial adaquele hotel, andar pelos corredores de mudinha, fazer sanduiche de requeijão naquela cozinha. Vcs me aguardem.
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Toni Uepa pinga água do Ganges no ferimento dum dos fio, quépra o desgraçadim morrer logo de septiceminha, huauhahuahuha.
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Batman tem problemas atormentacionais com seu passado, porque ele era garoto de rua sujinho e barrigudinho do Ganges. Pobre Batman.
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Jupira foi no parque aquático coele duas vezes e já qué casá. êê Jupira.
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Batman só tirando onda, andando na bicicretinha, puxado pelo tiozim. E inda faz cara de saco cheio, hahahaha. Adorei.
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Agora ele diz a Jupira que não para de pensar nela, que ela roubou a mente dele. Fio, ng rouba o que não existe, fica na sua.
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Quequequééé, meteram um turbante em Seu Manuel da Venda, sensacional, tá lindo.
Ah, ele tá assim pq o fio dele, o que venera o Tio Festerpanda, vai casá. E com mulher, meus filhos, são demais as bençãos do Senhor. A Moreninha bezunta ele de Mazola, dá pra fritar batata no sovaco dele agora, o papel de Moreninha nessa novela é bezuntar o alheio, tou entendendo.
Então que Tô Maus tá lá tou maus em passeio pela cidade, antes de casá, com elefantes e tal, preparado pra 3 dias de festa, como manda a tradição, celto? Tá, e além dos elefantes tem bailarinos pela rua, lindas moçoilas em flor e moços bem sérios. Eles tão acolá fazendo a dancinha típica indiana quando de repente, não mais que de repente, a banda começa a tocar mó ragtime, fios. Acuma? Esse é o momento de vcs tirarem o tubo e não aparece um aqui pra me acudir.
A semana promete. A semana promete.
Nós nem falamos do Vitinho ainda, petáculo.
TODAS AS FOTOS SÃO DAQUI
e a montagem com o Fester Adams quem fez pra nós foi a doce Cris Carriconde.
Posso ter um blog preferido?
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Eu só posso entender quem não tem mais saco pra me ouvir sofrer. Eu não me aguento mais sofrendo, então, imagino quem tá em volta. Tem dias que vc se pergunta, mas porra, de onde vem tanta dor? Faz um ano e meio, essa porra não era pra tar diminuindo? Choro todos os dias, lembro todos os dias, nas coisas pequenas e nas grandes. Meu peito dói, todos os dias. Entendo as fofocas paralelas das felizes profissionais "ai, lá vem ela de novo". E, juro por deus, eu me controlo o mais que eu posso. Pelo menos por e-mails e ao vivo. No blog não, pq o blog é meu, lê quem quer, quem gosta.
Mas sério, entendo as reviradas de olho, as bufadas, os "não fique assim", que na verdade querem dizer "não fique assim perto de mim, pq eu tou de saco cheio".
Normal.
Mas, afe, muito tem me feito arregalar os olhos gente que bota data pra vc parar de sofrer. A moçada tem prazo. Pra você cumprir. Que tenham prazo pra aturar a gente, certíssimos, faz muito tempo, é um saco, recue. Mas botar data pro sofrimento alheio acabar, causa-me espécie.
Dai que fico muda. Falo aqui e na terapia, mas a terapia não dá conta da dor, que só alivia qd a gente fala sobre. Mando pouco e-mail, falo pouco e geralmente do tempo.
Quando vc vira um chato profissa, vc acaba não tendo com quem conversar, a verdade é essa. Ou vc ouve um "para de sofrer" ou uma edificante lição de vida. Um soprinho no rosto ninguém mais tem saco. Afinal, Fal, faz um ano e meio, já ouvimos todas as histórias. Back off.
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Há muitos e muitos anos atrás, eu dirigia um bar. Não, é soberba minha, eu não dirigia, eu ia lá e tentava ser útil, já que não consigo ser agradável. Aprendi muita coisa nesse tempo, mas a lição mais séria foi: ninguém dá carteirada como jornalista. Bem, alguns jornalistas. A gente gosta de falar de artista e de político e de devogado e de madame, mas o 'sabe com quem vc tá falando?' mais agressivo e constante lá no nosso feudo era, sempre, de jornalistas cheios de poder. Nem as mulheres/namoradas/coisinhas dos donos deixavam o staff tão nelvoso, o Washington tão puto e a mim tão com vontade de pegar minha bolsa e sair pela porta sem avisar a ninguém (coisa que, um dia, acabei fazendo, mas não foi bem assim). Bão. Sexta no Campus, ouvindo de orelhada uma discussão entre um jornalista e um segurança - que báideuai, tava coberto de razão (e era um cara controlado, se eu tivesse o tamanho daquele ser humano, tinha pego aquele gravadorzim e enfiado na raba do importante jornalista de esquerda) - ri sozinha e lembrei do pavor que é lidar com gente assim.
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A Marcinha já tinha me mostrado imagens desse carro, e agora a doce, doce Camila fotografou pra mim. Sinceramente, essa fábrica fazendo modelo de carro com meu nome devia mandar um pro Brasil e entregar aqui no Beco. Imagina que propaganda sensacional. Acho que eu devia ganhar um.
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Harry Potter 3, na TNT. E vc inda pode selecionar 'dublado' no controle remoto da Sky. Harry Potter dublado, coca cola e habibis de sexta, direto do microondas. Continuo tentando pensar o mínimo possível e, té onde consta, tenho conseguido.
Amores, tem coisa pra dedéu no LV, pelo amor de deus. Eu vou devagar lá, senão tou no sal, tenham pacença. Sobre os privates: Laura A., amada, vou te mandar email respondendo tudim, amanhã sem falta. Francisco, recebi e respondi no dia que vc mandou, não chegou nenhum ai? Danou-se, mandei uns 4, 5 emails naquele dia mess. Bia, eu acho que vc deveria falar isso direto com ela. Otávio, eu só tenho o telefone do redator da agência deles, ex-redator, né, serve? Nunca mais falei com ng de lá, vc ligou pra Ana Paola? Tenta com ela, que ela se dá com todo mundo, que ela tem o gênio bom. Rafaela, tem o blog dela ai ao lado, com o nome dela mesmo, o linque dá direto lá. Cardoso, primo, eu tb, meu nego, os bons e velhos tempos que não voltam mais.
Meninos, a semana passada foi feita de dias de 12, 13 e um, sim, um glorioso dia de16 horas de trabalho.
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Então, vamos ver se na semana que começa, eu viro um ser humaninho de novo.
Assim sendo, peço mais uns instante de pacença. Tem e-mail acumulado de três semanas atrás, com direito a gente dando pitizinho. Sinceramente? Vamos em frente. Por outro lado, os puxõezinhos fofos de orelha (oi Pedro, Bia, Otávio, Mel, Karina, Paulão), ou eu já respodi, ou respondo loguim.
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O painel ontem foi bacana, eu inútil e incapaz de me relacionar com seres humanos, além de só bancar a idiota, ainda cometi pérolas, como trocar 'vigente' por 'regente', ou seja, nada de novo no front. Olívia e Branco brilhantes, o Ina é um excelente mediador, o Marcelo Duarte lá no comungando cos pobres, foi legal. Minha mãe simplesmente se apaixonou pela Olívia e pela mulher do Branco, a Fernanda. Paxonô. Só fala nelas. Bom gosto é isso.
*
Baco não tá bão, então nós vamos ao veterinário.
Na volta, djanelón, faxina no quarto e fofocas.
Inté
"Ava, Flaubert diz que passeou pelo bosque em um dia de outono,
sentindo que era o homem e sua amante, e as folhas que pi-
sava, o vento e as palavras que os enamorados se diziam.
beijos
Endrigo"
Amanhã, às 17:50, eu tou numa mesa lá no Campus... blogs e literatura. O Branco também vai tar na mesa, o escritor Marcelo Duarte va tar na mesa e o Bia disse que, num esforço de reportagem, vai tentar tar na platéia (o Bia brilhou de palestrante lá trudia, fios, ), o que quer dizer que vcs podem ir sem medo, vai ter pelo três criaturas fazendo sentido. Eu estarei lá, irrelevante as usual, mas como de hábito bem humorada, feliz, animada, achando tudo lindo sempre e com uma prece nos lábios, como é de meu feitio.
Repeteco do texto da mudinha, fios, que a moçada num tá achando
"O Drops, seguindo sua tradição de esclarecer, educar e formar jovens atilados e mentes pensantes explica:
Bão, na manhã seguinte da segunda noite que eu dormi na casa do Alexandre, então um rapaz solteiro e bem sucedido e não esse homem casado e endividado que ele é hoje, eu botei minha roupa num sacola e ele me olhou e disse "Ô Bibi, me dá uma dor no coração ver vc carregando suas mudinhas pra lá e pra cá. Deixa suas coisas aqui, eu vou esvaziar umas gavetas".
Com mudinha ele queria dizer esses camisolões disformes e pavorosos, que eu uso para escrever, trocar a areia de gato, arrumar casa e, quando limpinhos e recém tirados da gaveta, pra dormir.
Tenderam?
Ah, e o que é que eu fui fazer de mudinha na casa de namorado recém-laçado, pq que eu num ia de baby doll de cetim roxo?
Pq eu quis que ele soubesse logo o tipo de barulho que ele tava arrumando. Mas deu certo.
Naquela semana mesmo, eu me mudei pra lá de mala e cuia.
Ele, minhas mudinhas e eu estamos dividindo as gavetas há 7 anos."
julho de 2006
Nós devemos esse quadradim lindo da nossa Caminho da Roça, à Silvinha, aquele pão de mel.
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Boa tarde, leitor amigo.
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Eu sabia que era uma releitura de Iracema, mas parece que teremos todos os grandes clássicos. A Moreninha participa!!!! Até agora, a função dela foi bezuntar Jupira Maria de óleo mazola. E depois acho que bota a fia pra marinar, por supuesto.
A Moreninha é mãe de Maria Jupira e de Tou Maus. E casa com Seu Manuel, dono da venda, ele tem nome português, sotaque italiano e é indiano. O que é a diversidade, minha gente.
Seu Manuel
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Toni Uepa é o comerciante mau. Ele é preconceituoso, odeia pobre, enfim, mas a gente deixa, porque ele usa as mudinha mais lindas do mundo. lindas. E toca sininhos. Tamos aí. Ele tem um monte de filhos, Rá-gincana, Amistad, Reive e Xande e é casado com a Indiiiiiiiira.
Toni Uepa
Indiiiiiiiiiira
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Um dos fios deles é Rá-gincana.
Que vive pelo Brasil, se acalangou com uma braselera que arregala os zói pra falar, mas o Toni Uepa vai querer casar ele coa Jupira Maria. Aiai. Vocês entenderam, certo?
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Zé Ramalho assassinando Bob Dylan. Meu deus, meu deus, meu deus.
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Primeiro que eu quero dizer que eu sempre soube que um dia seria fésciôn!!! Vocês repararam que TODO MUNDO NA NOVELA USA MUDINHA!!!????Yes, eu sabia. Tou me sentindo vingada.
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Depois que é persobagem demais. Eu fico zonza.
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Pra saber se vai poder casar coa moça que arrgala os zói, Rá-gincana vai se consultar com o Pandinha, o ursinho careca e místico camarada
Monge e urso panda em extinção. Que lê estrelas e diz que elas dizem que vai haver "tubulência". Aiai. Vcs pagam pra ir nesses troços, né fias? Eu sei. E esses caras que lêem estrelas, cartas e farelos de bolo, sempre moram longe, podem reparar, num tem um que more perto.
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- Oi lá, vai ser um tal de Ganesha isso, Ganesha aquilo. Pobre do elefante.
- Ah, nao, Fal, agora mudou. Ganesha tem mto mais cara de perereca do que de elefante.
- Ué, Plutão nao é planeta e ganesha virou sapo? Ferrô. Como que eu vou ser mística se vcs ficam mudando tudo o tempo todo?
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E a Mulé Apito, que não apita mais? Tiraram toda a graça da minha vida.
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Já falei do Shazam!, né? Apois que ele é o sábio evoluído da nobela. Ele não dá bom dia sem cagar regra e ser altamente evoluído espiritualmente. Deus me ajude.
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Depois que a missão dessa novela é resumir 6 mil anos de história em 50 minutos então todas as personagens passam o tempo todo dando lições umas pras outra, pro mó de instruir a platéia. O que é um porre. Mas também é moito engraçado, moito.
* "Essa novela é reprise? Pq eu nao assisto novela, mas eu tenho certeza que ja vi essa chamada..."
Mau, o marido da Paula
*
É um chavão atrás do outro, a moçada dos treinamentos inspiracionais deve de tar nadando de braçada. "Abraçar a incerteza", "ser feliz fazendo feliz", "o deus que moram em vc mora nele" (é? e o deus que mora ni mim não paga aluguel, é um perdulário), "onde vc vê problemas eu vejo desafios" (essa é de nanar).
*
- Carla, Paula, prestenção no elefante, ele é o melhor ator da novela.
- Vamos passear de elefante, Fal?
- Eu já passeio, Carlão, minha filha, eu sou o meu próprio elefante.
*
- Ah, Carla, o Peri, o Batman tava nos Esteites. Essa gente adora morar nos Esteites, né?
- É Fal, é pra ser discriminado em inglês, é mais chique.
*
- Quequequé, a Jupira Maria tá co curry aceso
- Que humor fino, Fal.
- Obrigada, Paula, eu me esforço.
*
Pelo que eu entendi da nobela, a India é um lugar lindo e feliz e colorido, onde todo mundo passa o dia todo dançando no meio da rua ao som de Raul Seixas. Eu não vou lá nem amarrada.
*
Peri e Jupira vivem se esbarrando na ìndia, nos lugares mais diversos, afinalç de contas a Índia é pouco mais do que Dois Córregos, pouca gente, uma praça da matriz e tamos conversados. E o papo furado do Peri, o Batman pra cima da Jupira Maria é triste. Comeu.
* A explicação sobre o que é mudinha tá aqui nos arquivos, nesse texto que chama "Atenção que eu vu explicar o que é mudinha"
Bamão tava acolá na tevê dizendo "Genghis Khan to America". Proposta bacana, gostei.
HUm, e depois a Aretha. Caras, eu amo um monte de gente, mas eu venero a Aretha. Eu venero. A nega tava com um chapéu com um laço maior que ela. E cantooooooooooooooooooooooooooooooooouuuuuuuuuuuuuuuu, meu deus, como canta essa mulher. Eu amo.
Vamos entender este momento. É a mesma novela, troca árabe por indiano. Caminho da Roça. É isso. Eu lamento profundamente que Alexandre tenha morrido. Ele vai perder o carinha ali fantasiado de indiano, lamento demais. A gente só pode imaginar os apelidos que Alexandre botaria nesse povo. Ninguém, ninguém chega aos pés, mesmo a moçada tentando forçar uma barra. Não tem comentarista igual.
*
Mas vamos lá.
Começando do seguinte, leitor? Que porra foi essa? Vc viu o premero capítulo de cara limpa que nem eu, ou bebendo, que nem o Carlão? E onde está Mani quando precisamos dela? Foi de lascar.
*
Mas é a premera semana, vamos nos ambientar.
*
No começo, eu fiquei confusa, a trama me pareceu por demais complexa. E como é de conhecimento geral, eu só tenho dois neurônios, Antão e Peixoto.
*
Mas dai eu entendi. Tem os bons e o maus. Os bons, emplicou Paula Clarice, usam roupa clara, os maus, roupa preta. E tem uns dois ou três casais de mocinho e mocinha que enfrentarão dificuldades várias.
*
E eu entendi outra coisa, fios.
Tá lá.
É uma releitura de Iracema.
Eu sabia.
E é por isso que temos:
Peri, o Batman:
e
Jupira Maria
Ele moram na Índa. Sério.
Peri, o Batman, era menino de rua, mas de nobre ascendência. Belo dia, brincando peladinho às margens do Ganges, ele é abordado por
Shazan!
Shazan! é um senhorzinho simpático e gente boa, rico e físico (rarará), cuja ocupação é sair pela rua dizendo para meninos desabrigados: "Me chama de papai! Me chama de cachorrão!". Sério. E não, não deu cadeia. Ele criou Peri, o Batman, que creceu e virou aquele cara lá. E que agora, fica de resfolego com Jupira Maria.
*
Jupira Maria pertende ao núcleo ítalo-indiano da nobela. Aliás, toda a nobela é um imenso núcleo ítalo-indiano, os sotaques são óóóótemos.
*
Jupira trabalha num das muitas centraios de telemarquetchim indianas que atendem o mundo todo. O que explica muita coisa. É por isso que, salvo um ou outro atendimento com religião, o telemárquetchim tira a gente do sério: do outro lado da linha está Jupira Maria, senhores. Cós zói carregados de kajal.
*
A trama se desenvolve ao som de Gonzaguinha, cover da Gal, Zélia Duncan, (ficou sóbrio de repente, leitor?), e creia-me, Raulzito ao som se musiuinha indiana. De lascar todos os canos do planeta, leitor, a trilha sonora, sozinha, já de polícia.
*
Vamos devagar, que tem oitocentas personagens, todas co mesmo sotaque, todas dançando a tarantela o capítulo inteiro, Antão e Peixoto tavam té cansados de tanto exercício.
*
Vai ser um ano divertido, leitor. E tem a Laura Cardoso. A Laura Cardoso, sozinha, é uma novela. Vc já foi ver a Laura Cardoso no teatro? Nunca perca uma peça com a Laura Cardoso, eu digo.
Tipo assim, diria Olívia, minha adolescente de estimação, a criaturinha de Jesus atira para todos os lados possíveis. Certíssima. Ah, esses quarentões, querido leitor, a gente salta de banda e só beserva a caçada, como se assistindo ao Discovery estivéssemos.
*
O dia? Começou às 4 da manhã de sábado, leitor, nem pergunte. Diazim comprido, sô.
*
Calor, sure, mas eu, eu sinto frio nos pés, que São Estrogênio nos guarde e conserve.
*
Cocada, disse o sensacional Wandi, cocada não se come com colher. De quando em vez eu acho que esqueci, mas daí, zup, lembro rápido.
*
Três da manhã, toca o celular:
- Trabalhando, vaca?
- Tou, Gui, e vc?
- Também.
- Fazendo o que, Guilherme?
- Procurando namorado na rede.
- ...
- Filha, dá mais trabalho que emprego em multinacional, só que a laboral das quintas-feiras é mais divertida.
- É, e o Freitas da contabilidade não vem relando em você.
- Fal, deixa de ser burra, quem você achar que está na rede às 3 da manhã? Só tem eu e o Fretias da contabilidade. Eu quero mais é que ele rele em mim.
- Guilherme, vamos desligar esse telefone antes que o satélite exploda.
*
Tentando reinstalar o msn aqui no Macalé, que o Macalé perdeu o msn. O msn, o juizo e o rumo. Tá. E a senha? Como assim? Não é o nome de nehum gato, cachorro, nenhum aniversário meu, do Alexandre. família, nome dos 4 sobrinhos, mãe, junção de nome de amigo (Luciaulo, Natilene, Julielga, Oliara... nada). Senha de banco, do cartão, da tevê a cabo, dos outros e-mails? Não. Eu não sei a senha do meu hotmail, simples assim.
*
A prefeitura veio podar galhos. Explico. Ontem morreu moço que tomava banho no Beco do Piolho, pq caiu um galho na rede elétrica. Ele morreu. Hoje, rápida como um raio, a Super K nos manda bravos rapazes podadores. Ah. Ontem, por causa da tristeza que aconteceu com o rapaz e a família dele, 6 horas sem luz. Hoje, com a poda phoda, 7 horas sem luz. E o trabalho? Vai bem, obrigada.
Não interessa a ninguém, e por isso é coisa que vc só diz no seu blog, que só quem guenta suas bobagens lê, e lê com amor e condescendência, mas ah.... das veiz tia fal encontra uma soluçõezinhas na tradução que.... eu sei, ninguém vai perceber, nem o copy, nem o editor e nem os leitores, o escritor nunca vai saber o que eu fiz, mas.... ai, das veiz tia fal tira uns ases da manga tããããão bons, fica tããããããão redondinho, tão certinho. Quequequé, momento 'eu me amo', leitor, releve, seja bom comigo.
Odeio escrever frequencia sem trema. A quem, meu bom deus, a quem minha treminha fazia mal, com tanta injustiça social, tanto posto de distribuição de vale-tamos-aí do governo que aparecem sem funcionar ou funcionando mal até na propaganda oficial, tanta coisa errada, música ruim, adolescentes grávidas a granel, que mal minha treminha trazia preste mundo tão cheio de barbaridades?? Hu?? Ah, se vc veio aqui no Drops, me guente reclamando, fio, a vida é assim mess.
Chove horrores em São Paulo. Baco tosou geral. Passa Simpsons praticamente o dia todo e a noite toda na FOX - pelo menos hoje, graças a deus, foi assim. Ganhei balas belgas de menta com chocolate hoje pelo correio, o que tornou o trabalho literal e figurativamente mais doce, pelo que sou muito grata. O cachorro comeu meu pendrive de florzinha. Eu hoje vi um gatinho recém-nascido e fiz carinho nele com um dedo, a barriguinha cor de rosa, a boquinha quase branca. Levei duas cotoveladas na boca e eu não merecia, eu sei que não. Comprei um scanner/impressora, perdi exatamente 4 horas tentando instalar o que qualquer imbecil instala em 10 minutos, roí todas as minhas unhas no processo até elas sangrarem e agora meus dedos doem enquanto eu digito, não instalei, não trabalhei o que deveria e quase tive um treco. Eu sinto falta do Alexandre e do casamento - aquelas coisas bobas, a conversa enquanto o outro toma banho, dele lavar meu cabelo toda santa noite com o maior cuidado, o pesto dele imbatível, os pequenos códigos, os olhares, a risada dele vendo as coisas mais idiotas na tevê, trepar com ele, tomar café nas canecas cor de laranja de pé na varadinha, reclamar dos vizinhos, ouvir sobre as coisas que ele viu na rua, encostar meu pés nos dele no meio da madruga, a cabeça dele raspada, a barba por fazer, a cara séria, tecer teorias da conspiração sensacionais, escutar ele cantando feito o João Gilberto, as sardas dele. Mas hoje eu senti falta de ter alguém que instalasse esse maldito scanner pra mim, só porque me ama e quer me ver com o equipamento funcionando e não quer me ver tendo crise de choro de sacudir. Só. O gatinho preto e mau roubou o golfinho petitico de Marli que era um chaveiro, enfiou no prato de água e de comidinha e roeu as barbataninhas e Marli tá putíssima da vida. A bala gruda no céu da minha boca. O ventilador não dá conta do calor. Minha amiga me disse que tomou sorvete de creme pra espantar a tristeza e eu no meio do trampo não tive o cuidado de saber o que tava acontecendo e agora ela tá off. Minha calça mostarda sumiu. Tá com sono, leitor? Mim também, estar.
* Caesar: Doth not Brutus bootless kneel?
"O mundo é uma bola – 15 de janeiro de 1622: batizado em Paris o dramaturgo Jean-Baptiste Poquelin, vulgo Molière, mestre da comédia satírica. Sem sátira, sem humor, sem ironia, minha gente, o negócio não vai. Em 1759 abertura do Museu Britânico. Há gente que estrila pelo fato de o British Museum exibir uma infinidade de peças recolhidas de outros países, culturas e civilizações, mas é a tal história: se não fossem guardadas pelos museólogos ingleses, teriam sumido. Em 1833, criação do município de Nova Iguaçu. Quando andei por lá, era um pavor; hoje, deve ser muito pior. Em 1975, pelo Acordo de Alvor, Portugal reconhece a independência de Angola. Ambas as estimáveis nações andam às voltas com o Acordo Ortográfico, objeto de primorosa crônica de Fernando Brant, neste jornal, dia 7 último. Em 2006, eleição de Michelle Bachelet, primeira mulher a presidir o Chile. Deve brilhar na administração pública; de maiô, tomando banho de mar na Bahia, está longe de ser uma Gisele Bündchen.
Em 1906 nascia em Izmir, antiga Smyrna ou Esmirna, na Turquia, o grego Aristóteles Onassis, que começou a vida trabalhando na Argentina e ficou bem de vida. Aliás, muito bem. Basta dizer que o marreco teve nos braços, entre outras, Maria Callas e Jaqueline Kennedy, e até o gato lá de casa está careca de saber que o amor sincero custa caro.
Hoje é o Dia Mundial do Compositor. Palmas para Fernando Rocha Brant, natural de Poços de Caldas, MG, formado em direito pela UFMG." Edudardo Almeda Reis, Jornal Estado de Minas
A MESMA PRAÇA: DE NOVO E DE NOVO, NO IG
*
Bom dia, leitorinho. Fizeram o Hell Boy II e o Alexandre não está aqui pra ver. Uma bobeira, mas vi a propaganda agora na tevê e a primeira coisa que pensei foi "ah, ele vai perder isso". Ai. Bom dia, leitor.
*
A própria solidão nunca é coisa bonita de se ver. Nunca. A minha hoje, no espelho do banheiro, me deu um soco no nariz.
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Nada me irrita mais do que procurar pela mesma palavra de novo e de novo e de novo. A minha cabeça é de melão mesmo.
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As pessoas nos marcam a ferro sem nem saber, deixam cicatrizes indeléveis em nosso couro sem nem... nem... E nós fazemos o mesmo, por supuesto, nós fazemos o mesmo.
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Virose, trabalho acumulado, saudade do que nem aconteceu ainda, vontade de pegar meu irmão no colo e fugir com ele pro Japão, vontade de ir pro colo da Esther e fugir com ela pro Japão, tudo. E calor. Muito, muito calor.
querida Fal, boa segunda-feira, boa semana e bom resto de janeiro para todos nós, força e sol na alma, é o que precisamos, pelo menos eu.
não comecei o ano com a disposição que esperava ter, assim toda dinâmica, toda corporate, toda vida-resolvida, com o meu trench coat novo, nada disso... comecei o ano inerte e indulgente. mas bota inerte e bota indulgente nisso! minha casinha ficou o oposto de cheirosa e arrumada, minha lista de tarefas aumentou e não risquei nem uma palavrinha dela, não atendi telefone, não respondi a mensagens, protelei tudo, o que podia e o que não podia, fiquei quietinha no meu canto, com o pijama ainda quentinho da cama e o gato no colo, vendo toda a tv que pude, deixei acabar o papel higiénico e o creme de rosto, e do verniz 'rebu' ficou só um resquício no meiinho das unhas.
quero começar o ano de novo, preciso tanto começar o ano de novo...
acho que vou aproveitar que o ano chinês só começa em fevereiro e começo nessa altura... até lá, pelo menos, não me cobro nem me julgo. mas faço a manicure...
Eu fiz a coisa mais desprezível e liberei o LV (quase) sem respostinhas. Perdão, leitor camarada, mas a paradênha aqui não está mole.
Em tempo: Francisco e Annelise, os recados em private de vcs foram recebidos e respondidos por e-mail.
Nara, eu não tenho como liberar aquele seu recado.
Eu não sei bem o que vc pensou que isso aqui era, mas vc tá enganada.
Ninguém, ninguém, ninguém usa meu blog pra mandar recado mal educado pros outros. Ninguém me usa pra brigar com os outros. Já fico puta quando entram lá pra dar liçãozinha vazia e no fundo exibicionista de moral, pq aqui só tem cobra criada, ninguém precisa ser salvo. Mas briga, fofa? Palavrão, ofensa? Espero que vc repita aquelas coisas no blog dele e que ele te meta um processo. Sem me fazer chorar, sem me atacar pessoalmente, e sem dizer coisa que gere processo, vc pode dizer o que vc quiser. Mas daqui, sobre o drops, sobre a vida, sobre o tempo, sobre o seu cachorro, sobre o acordo ortográfico, sobre o império russo que eu vou herdar a qualquer momento, sobre questões suas que vc queira dividir. Vc deve tar doida se vc acha que eu vou deixar vc usar meu blog e a minha pessoa pra fomentar briguinha. E briguinha idiotinha, né filhinha, pq estamos falando dum bando de blogs, não da cura da aids. Já que vc tem tanta razão, sugiro que vc vá lá no blog da pessoinha, e brigue, brigue muito e depois que aguente as consequências. Mas aqui? Aqui não, camarão.
Gente, eu tenho trabalho pra burro, é que eu num guento.
Bernááááárrrrrdo está passado com um gatinho que pega micro-bichinhos de pelúcia e bota na comidinha e bota na aguinha e depois bota pra nanar.
(olha o cabelo maluquinho de Bernardo? Que nem o de Pedrão, que nem o meu, o meu só é mais lisinho). Eu fico tão feliz ao saber que a culpa por esse cabelo maluco que não para penteado e bonitinho é dos gens, não minha)
Oi!
Mores, acabo de responder os comentários do IG.
Os e-mails estão chegando, contando sobre os livros de 2009, sou MUITO grata, e tenho dois anúncios a fazer: primeiro que não vai dar pra responder um por um por mais ou menos 10 dias, eu estou, vcs sabem, vcs sabem, os e-mails simplesmente tão juntando, o LV vai começar a ser liberado sem respostas nesse período maludo. Eu peço perdão, mas é isso, eunão vou dar conta. Segundo que eu esqueci o que eu ia dizer.
Pela atenção, gracias, tou ali na cabaninha traduzindo.
Salve turma da maduga, são quatro e meia e o couro come. Eu disse o couro, seus ateus. Tá tudo direitim? Em frente. Ah, a Mani tá com insônia, narrando todos os programas do People and Arts que vocês quiserem assistir. Ai, e inda falta fazer a coluna do IG. Acuma?
Salve leitor plantonista. São duas e meia e eu tenho no mínimo mais duas horas de trampex. E ai, meu nego, acuma vai o lance por aí? Por aqui, ferve. Grampo nesse aplique, leitorzinho, coragem.
"Oh, Ahab! O que houver de ser grandioso, em ti, deverá forçosamente ser arrancado ao céu e procurado nas profundezas das águas e esboçado no ar incorpóreo."
H. Melville, Moby Dick
Amém. Como diz a Vera, é uma roupa de gala que você veste na hora em que bem entender.
Dei uma rapa no LV, caras, acho que foi tudim. O que tá marcado como private eu não posso liberar, viu, não se preocupe, o sistema não deixa, mas nesse blog não tem um palhaço da vez. Pelo contrário. A gente cuida desse LV exatamente pro clima ser de oba oba, beijocas e gracinhas, porque encheção de saco, tensão, gente esfregando nosso focinho no jornal e problemas, nós temos todo o resto de nossas chatíssimas vidas providenciando. Leia de novo e vc vai ver que não há um palhaço da vez. Há carinho, um monte de gente fofa, alguns se conhecem, alguns nunca se viram, todo mundo que escreve lá pela primeira vez é bem tratado - não por mim, que eu sou uma desleixada, mas pelos outros escreventes - e (eu vivo repetindo isso), não me fazendo chorar, não dizendo coisa que dá em processo (eu quase dancei, duas vezes, e depois disso ele passou a ser moderado) e não me envolvendo em briga de família, tá tudo lá. Não tem gente xingando e tacação de sapato na parede porque não tem mesmo. É muito, muito raro aparecer um brigão profissional, um provocador. E vc é mais que bem vinda, quando e se quiser. Sempre.
Agora eu vou mesmo pra rua, caras, já são 8 da manhã, meu deus do céu.
Melita
O plantão aqui, leitorzíneo amigo, caminha. E aí? Muito trabalho? Três e meia da manhã, leitor, três e meia da manhã. Até a Nenéia já foi mimir. Só estamos nós aqui, leitor. E não é minha vez de ir fazer café, não senhor.
Ah, segunda é dia de IG: Feliz Ano Novo.
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Leitorzinho amado, seu e-mail em resposta ao meu e-mail de respostas (hahahaha) chegou sim, viu? E me fez feliz e eu respondi com um recadinho bem curtinho. Boa natação amanhã.
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Leitorinha amada K., seu recado no private do LV me fez rolar de rir, vc é uma diliça.
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(desculpa gente, fim dos recados herméticos)
* "A reforma ortográfica não enriquece em nada o idioma, mas alguém enriquecerá com ela."
João Ubaldo Ribeiro, dono da cadeira 34 da Academia Brasileira de Letras, e um pouquinho mais que um rebeldinho sem causa, hohoho.
(roubei a citação do Serjones, depois da indicação do Eugênio no LV)
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Pra quem leva moda a sério, muito boa a entrevista nas páginas amarelas da Veja.
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Não tratar como prioridade quem te trata como opção. Taí, eu vivo repetindo isso e não aprendo. Assim... eu simplesmente não aprendo, o que fala muito sobre a minha passividade-agressiva. Vou mandar tatuar na testa. Eu, a minha incrível capacidade de correr atrás, a minha abominável tendência a sofrer com isso e a minha inacreditável insistência (vem, Freud, me pega no colo) em fazer de novo. Eu devia apanhar na cara, não fosse a enorme possibilidade deu me apaixonar em vez de aprender a lição.
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É que eu sou sagitário, entende? Entendo, entendo perfeitamente (ou, como diria o Alexandre, 'ferpeitamente').
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A saga da furadeira continua, o Homer Simpson toma meu corpo. Eu queria tanto, tanto ser Flanders.
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Amorzinho meu do meu coração: eu sei que lá pra baixo do LV tem coisa sem liberar, não pense que eu não sei, pq eu sei, viu? Mas não vai dar pra ser hoje, nem amanhã, então por favor, não me cobre, não faça chantagem, não fique mandando outros recados reclamando que o seu não aparece (a única coisa que vc consegue com isso é atrasar ainda mais o processo): vc aumenta a minha culpa (e dependendo da hora, a minha irritação) e não adianta nada, pq a vida anda corrida mesmo. Escreva, escreva porque eu adoro, eu leio tudo, eu fico tão feliz e acredite, assim que for humanamente possível (bem, no meu caso, cachorramente possível), eu respondo tudo por lá.
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No msn Anna C. diz:
Fal-de-deus eu ali tentando pagar de gatinha mas a sua voz na minha cabeça dizia "Anna, minha filha, procura um quifazer, uma trouxa de roupa, tu tens 40 anos, tu não estás ficando mais jovem" Fal diz:
Senhor, eu sou tão insuportável que virei teu superego, tou inibindo teu ID? Fodeu.
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Ando bem de saco cheio dos felizes profissionais, do dedinho no meu rosto. Gente de deus, com tanta roupa pra lavar nesse mundo, jura por deus?
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Felicidade é ter uma calça rosa choque, mesmo sabendo que a Inara vai rir de mim e me chamar de Hebe.
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Eloá, Eloá, onde estás que não respondes, em que mundo, em que estrela tu te escondes?
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No msn Silvana diz:
Ai, Fal, você respondeu? Vc deu a localização geográfica pra ela ir?
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O povo não te convida pro primeiro casamento, não te convida pro segundo casamento e daí, quando te convida pro batizado do filho (???) fica ofendido de morte quando você diz que não vai, alegando compromisso inadiável. As pessoas, as pessoas.
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O dia foi uma lenha, senhores, eu não entendo mais o que ninguém fala e amanhã não será facil também. Beijos em quem fica.
ps: vou pra rua cedo, depois trampo, fico fora até de noite, vocês se livraram de mim.
cat's eye ring cat's eye ring: a gente tem algum nome presse tipo de anel em português??
brigada, peposos, a Gi, o Carlão, a Lê, a doce Isa e a Su já me socorreram.
"ninguém me ama
ninguém me quer
ninguém me chama
de Baudelaire"
Salve, Antônio Maria.
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E então que alguém que você ama tá ali, na marca. Vai, num vai. E você diz o que numa hora dessas, meu deus? Vai. Vai, mesmo que doa - e geralmente dói. Vai. Vai, até porque, de qualquer forma, vai doer. Pelo menos você se diverte um pouco antes. Bão, sei lá. Eu, nos meus tempos áureos, ia. Sofria que nem um cachorro depois, mas ia.
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Um brinde de suco de laranja aos que, como esse alguém que eu amo, tiram a temperatura da piscina não com a ponta do pezinho, mas se jogando lá dentro.
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Gente, tem trabalho. Tem tanto, tanto trabalho, que eu mal consigo me mexer. Depois eu volto.
Tá
Leitorzíneo, passa das sete da manhã. Daria pra vc por favor buscar pão e os jornais enquanto eu passo uma sonequinha? Ni-qui-qui você voltar e fizer café, me cutuca que eu acordo.
Vivo num mundo onde não entendo as piadas. Eu não entendo mais nada, não sei que hora é pra rir, um pavor.
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Sim, sábado, quase cinco da manhã e eu aqui. Ah, inveja da minha vida social, leitorzinho? É isso ai. E tem trabalho pra mais de metro.
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A santa da minha mãe fez cenoura em rodela com alho (mesmo doida de dor na costas, vejam os senhores que amor de mãe é amor de mãe), porque sabe que eu adoro. Então são quase cinco da manhã da manhã e eu tou comendo cenoura com alho e queijo ralado, esperando que assim, o inglês volte a habitar este corpo, porque eu esqueci o pouco que eu sabia.
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Resolvido o mistério sobre o pacote da Saraiva: foa a fofa da Iolene quem mandou os filmes. Linda.
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E chegou caixa tb da Isa, de Lisboa, tão linda, tão linda, cheia de desenhos e frases, que eu tive que desmontar e guardar junto com a correspondência, nunca que eu posso jogar fora aquela caixa. E dentro livros e coisinhas e doces portugueses (huuuuuummmmmm) e cartas de amor.... deus, eu amo uma carta de amor.
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Tou mimada demais.
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Ah, sim, ser solteira, eu descubro agora, é ter que pilotar a furadeira. Que aventura. E vai faltar parafuso. Quando eu cabar, boto foto aqui, se eu não derrubar a parede e a mamãe chamar a Defesa Civil.
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Ah! Ontem, cedíssimo, documentário sobre os vaqueiros no nordeste - não sei cheguei a ouvir o estado. Bacana. Bem bacana. Vai daí um mocinho de universidade lá. Claro, os mocinhos de universidade num ficam quietos dentro das universidades, rá, eles insistem em circular no mundo real. Vai daí que depois de um monte de tiozinhos fofos falar, vem o mocinho da universidade analisar: "é a inter-relaçao da inconformidade inter-reagindo". Juro por deus, ele disse isso. Olha que eu tento, viu leitorzinho, mas é difícil. Nego fica me provocando.
"E aproveito a ensancha para repetir que, em minha opinião, o Acordo é coisa de jumentos de azurrar lusófono. Melhor fariam se continuassem pastando os seus capins, em vez de transformar em lei sua falta de quefazeres. Tenho dito e philosophado."
Eduardo Almeida Reis
nós, os piratas
Aqui, leitorzíneo. Hoje foi um dia quente, mas frio, molhado, molhado, depois duma madrugada de trabalho, cabelo molhado, roupão branco, cachorro preto e branco, torta de maçã. Querendo colo, alguma fuga fácil, uma caneca de chocolate quente que não seja feita por mim. Ando cansada e esquisita, talvez seja a falta de sono, ando mais pessimista que de costume, tirando idéias do ar, porque é o que me resta e ouvindo minha unhas crescerem. Cansada, leitorzinho. Queria botar um papagaio no ombro, um tapa olho e um lenço na cabeça, e com uma faca na boca, abordar um galeão espanhol, duelar um cadinho e roubar uns dobrões de ouro. E uma garrafa de rum, hohoho.
A que interessar poça ... posca ... poza ... possa (ah, sei lá)
Eu amo vcs. Eu amo meu blog, muito, muito e por extensão, amo quem o lê. Dum monte de formas que não interessam agora (e que, quando interessam, fazem a Helga chorar), esse blog - as pessoas que circulam em minha vida por conta dele - me manteve de pé, quando tudo o mais me tacava no chão. Eu amo meu blog. Assim sendo, entenda, meu leitorzinho da pele boa, que eu vou dizer isso com o máximo de amor possível: dane-se o acordo ortográfico. Sim, eu sei, ele não depende de mim pra existir. Assim como as escolas de samba, a dobradinha, o futebol, a música pavorosa que vcs escutam, a minissaia com botas e outras abominações aos olhos do Senhor, o acordo não precisa de minha aprovação para existir, ele só existe. Tudo bem. Mas eu não vou ligar. A doce Regina no LV manda linque interessante, o querido Francisco, via e-mail mandou um tratado maravilhoso, que ele mesmo escreveu - e eu sou grata aos dois, pelo carinho e pela crença muito meiga de que burro velho pega marcha. Eu não pego. Eu mal sabia escrever antes do acordo, depois de passar 40 anos vendo as mesmas regras, de modos que imaginem agora. Rá. Assim sendo, para fins profissionais, para que os revisores dos trecos que eu traduzo não tenham muitas convulsões,´para que os chefes do IG não mandem me capar, a lindíssima Silvana continua na minha folha de pagamentos baratos, como revisora da papelada profissa. E aqui no blog, o salve-se quem qusier tá instalado. Eu não sei gramática, eu não sei ortogafia, eu não sei digitar, leitorzinho comedor de bombons. Ame-me ou ame-me (não me deixe, não me deixe).
É isso aí. Ou ai. Aí ainda tem acento, Silvana?
ass: Fal
ps: como já disse o Verissimo sobre os centavos, um povo que perde o trema, perde a vergonha. É inaceitável um acordo destes.
Rebecca pergunta:Fal, qual é o feed do seu blog? Eu estou aqui engatinhando no google reader e queria incluir a inscrição do seu blog... bjo, Rebecca Fal responde:Rebecca, meu bichinho, vc acha mesmo que eu sei isso? Menina, vc não tem a menor noção de com quem está lidando. Eu vou perguntar isso no blog, fadinha.
Vovó Phal don't speak su lengua (hahahaha, Veraaaa!!!).
Se alguém souber isso, favor desabar no LV e ajudar a belíssima, porém iludida, Rebecca.
A marvada
É triste, viu, leitorzinho macio. Então a gente desliga o computador à uma e tantão pra esfriar o pobre lépistópis e quando volta, bêubeda, quase 3 da manhã, todas as outras bêubedas do msn se foram, o que quer dizer que você tem que ficar bêubeda sozinha e inda por cima trabalhar sozinha pela madrugada. Francamente.