(afe, como tem gente de Londrina!! Obrigada a todos que responderam, eu precisava de uma indicação pruma amiga daí, mas ela já se arrumou. Beijos ni vcs, fiotes.)
A soma de conhecimentos e notícias que desejam meter em nossas cacholas é incompatível com o bem-estar existencial. Semana passada, uma linda leitora morena, modelo 38, pedia minha opinião sobre o Paradoxo de Zenão. Lá sei foi o philosopho atrás do paradoxo do colega Zeno of Elea numa enciclopédia inglesa. Não entendi absolutamente nada. O máximo que entendi foi que Elea era velha colônia grega do sul da Itália, próxima do Golfo de Salerno, e que Zenão viveu aproximadamente de 495 a 434 a.C. Outro chato daquela época, Parmenides of Elea, tem o paradoxo do corredor e da tartaruga: explicadinho na internet e também ininteligível. Zenão foi discípulo de Parmênides. Prefiro filósofos discípulos de Montaigne e Schopenhauer, que escreviam coisas inteligíveis.
Agora, pergunta aqui o degas: como é possível entender Parmênides e Zenão se a gente não entende os paradoxos do doutor Sarney? Até prova em contrário, sou povo e a imprensa é composta de gente do povo. Nada impede que representemos a opinião pública.
Tudo bem que o doutor Sarney seja representante do povo. Nascido em Pinheiro, com passagem por Balsas, no glorioso Maranhão, José Ribamar representa o povo do admirável Amapá e tem larga votação em Lourenço, Porto Franco, Celso, Aporema, Camaleões, Capoeira do Rei, Procópio, Bailique, Triunfo, Tracuá, Maruanum, Camaipi, Traperaba e tantas outras cidades de que se orgulham os brasileiros. Em 2002, o Amapá tinha população estimada 516.511 pessoas. Não faço a menor ideia do número de eleitores, mas admitamos que fossem 400 mil, dos quais o doutor Sarney deve ter tido 80% dos votos, isto é, 360 mil sufrágios para senador da República.
Mesmo que tenham sido 400 mil, representariam somente 50% de uma Parada Gay paulistana, brasileiros e brasileiras que também representam o povo. Portanto, nas restrições que faz à imprensa, e depois diz que não fez, o ilustre presidente do Senado tem sido paradoxal e injusto. É o meu parecer, salvo melhor juízo.
Texto do querido Eduardo Almeida Reis, no Correio Brasiliense de hoje. Salve doutor Reis.
Pulando ali a declaração de amor da Alice pra mim, tem a explicação desses deliciosos recados que eu tenho que postar aqui na íntegra, porque tão demais da conta (e ali, leitorzinho matreiro e distraído, você também encontra a primeira lista)
Bem, sigamos
"Lindona, se ainda estiver valendo falar de aflição com comida, seguem as minhas loucuras...
Moqueca: não consigo ver aquelas coisas melequentas boiando com aquele estranho ovo cozido no meio.
Ovo: eu até como, mas não posso pensar que estou comendo. Dá pra entender? Explico: eu como mas faço de conta que não é comigo. É que me dá aflição pensar que tô comendo algo que se eu não estivesse comendo viraria um bicho dali a alguns dias, cacarejaria, comeria milho e colocaria um exemplar daquilo que estou comendo. Ui. Acho que sou doida...
Carne: não tenho pena dos bichinhos – azar deles que se deixaram matar. A aflição é semelhante à do ovo, porém com maior intensidade. Não consigo comer algo que fez mu, có, oinc ou algo assim. Não dou conta de comer algo que respirou. E não venham me dizer que alface respira, são coisas completamente diferentes.
Chuchu: vamos combinar, o coitado não deveria existir.
Shitake: eu amo, amo, amo o gosto mas dá aflição de olhar porque parece lesma...
Amor, Pati Linden"
Hahahaha, você fazendo aflição que ovo não é contigo, hahahahaha, eu amo você.
"Falzuca, também tenho aflição que é quase de comer: tenho aflição de encostar o palitinho do sorvete na minha língua... ou aquela colherzinha de pau de comer sorvete também... ai, Fal, só de escrever isso fiquei arrupiada...
Elô, já futuquei seu brógui, visse? Claudia Lyra"
Hahaha, Lyraaaaa, Freud está à direita, fia, anotando tudo.
"Fal, que palavras lindas, que foto maravilhosa, vc fez muito bem ao meu coração.
Aliás vc sempre faz, sempre me surpreende, nunca me desencanta.
Engraçada essa vida virtual, né mesmo?
Nada a ver, mas... eu sempre leio as crônicas do João Ubaldo no Globo e li todos os livros dele. Ele sempre falava no Bento, seu filho e, outra noite, assistindo MTV me encantei com u m garoto que apresentava o programa. Procurei saber o nome e... surpresa: era o filho do Ubaldo. Senti uma ternura tão grande pelo garoto como se ele fosse um pouco minha cria pois o pai sempre falava muito dele.
É isso: nunca te vi e sempre te amei. Ora bolas, a gente não ama o House?
Obrigada, querida, muito obrigada.
Beijocas
M.Alice"
hahaha, é isso mesmo, Alice, se eu amo o House, que é feio e chato, como não ia amar vc, que é esse pão de mel? adorei.
Minha revelação, no meidum e-mail pro Tito que kiwi me dá aflição e o posterior comentário sobre isso aqui no Drops, rendeu 18 e-mails, fora o do Tito, fora um que eu perdi e fora os comentários no LV.
Lembrando sempre que ter aflição por uma coisa não é o mesmo que detestar, aflição é algo muito mais sutil e complexo, vou botar a lista aqui e vou atualizando sempre que necessário. Afinal, um assunto tão importante, fundamental, viceral, merece nossa atenção, estudo e consideração:
(pideite: A MENINA QUE ME FALOU SOBRE KIWI E O CACHORRO REPETE TUDO PELO AMOR DE DEEEEUS QUE EU NÃO ACHO SEU E-MAIL E AQUILO TÁ MUITO ENGRAÇADO)
Paulo José: aflição com amendoim e cebola. Aliás, cebola, mesmo no prato dos outros, na tevê, no supermercado
Beatriz Fragoso: aflição definitiva com tudo que for do mar, peixes, lulas, polvos. Ah, Bia, nem salva-vidas saradão e dobrão espanhol recuperado do naufrágio do galeão?
Telinha: Tomates. Até pra comprar no super, carece de saquinho de plástico protegendo as mãos. E bombril. Não é de comer (espero que nenhum de vocês coma bombril, criaturinhas mimosas), mas tá valendo. Tem como não achar essa mulher encantadora?
Breno: sorvete de qualquer sabor. Como assim, Breno!!?? Volta aqui e me explica isso.
Juliana: Cítricos em geral, manteiga em particular. Ela tem nojo de manteiga. Deve ser feliz a vida de alguém que abomina manteiga, meu Deus.
Lia: peixe, cheiro de peixe, camarão, lula, polvo, brócolis (e ela explica "Fal, essas não são as que eu não gosto, são só as que me dão aflição). Ah, tá.
Isabel M.: couve-flor. Ela disse que as florzinhas contra o céu da boca dão vontade nela de sair correndo.
Tito: banana. Hum.
Tavo: Doce de fruta em pedaços dentro da calda. Oi?? Mas ele me deu uma mala de presentes, literal e figurativamente, e um celular rosa, então serei boa e não farei piadas freudianas. Só hoje.
Bárbara: a nada. You go, girl.
Jaci: coisas com creme de leite dão nervoso nela. Hahahaha, se ela liberar eu boto o e-mail aqui, é de chorar de rir.
Ana Luísa: pipoca. Pipoca, Ana? Como assim?
Samir: coisas cremosas, mousse, danone, pudim, risoto, coisa que já chega melequenta na boca, se é que eu entendi bem.
Laura: carne. Ela tem dó da vaquinha e do porquinho (Laura, tenho uma dessas aqui em casa, mamãe também tem dó da criaturinha).
Joyce: coisa crocante. Alface, Casca de pão. Coisa que quando você mastiga faz 'roc roc roc', ela tem aflição profunda.
Beto: qualquer coisa com gosto de maracujá faz ele se arrepiar de aflição.
Camila L.: patê de qualquer coisa, margarina, coisas cremosas que se passam no pão. Refrigerante ou água com gás ou cerveja ou espumantes variadas. Gelo (oi?).
Pedro Henrique: ovo frito quando a borda fica tostadinha.
Vera: kiwi e pinha, a aflição com pinha ela resolveu comendo com colher, que a Vera é podre de chique e não é obrigada, tá?
Lúcia: uva. E inda arrematou "c-r-e-d-o!", hahahahaha.
E a campeã, Denise: chocolate.
Aflição de chocolate, Denise?? Todo mundo aqui te odeia muito.
No canal 80, Maxprime, vai começar A Rocha, com Sean Connery. Ele usa peruca (Alexandre dizia "Pi-pi-pi-pi-pirucaaaaaaaaaaaa", hahahaha), mas eu sublimo tudo, em nome do nosso amor. No verbete "Homem com pegada" da enciclopédia, tá ele. Amém.
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E num foi que eu acabei mais um relatório? Só quatro dias de atraso!? Tou quase lá.
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Me diz que eu tô loca e que aquela aberração aos olhos do Senhor, o horário de verão, num tá voltando pra assolar, diz.
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PS: "Fal, sobre o filme com o Sean, aí está um causo em que The rock não deveria ser traduzido :))
beijos
Isa"
Para citar o sensacional Nando Nazareth, "Não se deve deixar os inimigos sem munição...".
Tou tentando, Nando, tou tentando.
* "Sabe quando a gente sai toda noite e bebe como se não houvesse amanhã? E no dia seguinte, aquela missa negra? Fafal, a semana foi assim.
beijos
Endrigo"
hohohoho, seeeeeei
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Taisa, você me manda um e-mail?
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Apaguei uma quantidade de contatos no celular que não está no gibi.
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Aliás "não está no gibi" me denuncia, hahaha.
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Os compulsivos são mais felizes na fazendinha do feicibúquis.
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Marli fez bolo de laranja. Assim fica difícil.
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Amigo, penalizado com minha burrice em lidar com Jaílson, celular, segurança e motorista, me deu Alice Cristina, celular, guia espiritual e quituteira, senhora séria, de família, franciscana de terceira ordem. E eu continuo não sabendo mexer, hahahaha.
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A Esther deixa um recado dizendo que Roland Barthes aprovaria meus coelhos carnívoros. A Esther é uma criatura maravilhosa.
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Meu cérebro dói. As coisas, as horas, tudo o que não aconteceu.
Então, leitorzinho favorito, só pra contar que são 3:56 e eu tou aqui cuidando de tudo, verifiquei trancas e janelas, fiz caminha pros gatos, assisti filmim do Hanibal Canibal e tou aqui, acordadona, durma tranquilo que eu tou tomando conta.
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Além disso, tou trabalhando que nem uma tonta, já que não consigo dormir. Tudo, tudo, tudo que é meu tá atrasado. Neste momento solene quero tacar a culpa na Laine, no Lyrão e na Gisela, que me viciaram na fazendinha do feicibuquis. Minha vida é um plantar&colher sem fim. Por exemplo, leitorzinho, a transcrição que tou cabando agora, deveria estar pronta na segunda-feira. A passada, coração, a passada. Bonito isso de minha parte ou não?
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Conversando hoje por e-mail me lembrei que kiwi me dá aflição.
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Se a pessoua rompe com você e depois se dedica à nobre arte de espalhar aos quatro ventos (e faz meses) que você não faz falta, sinto informar, ela não rompeu com você. Aliás, vocês nunca foram tão próximos. :o))
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Mocinhas fofinhas e jovenzinhas com ciúmes, bah, é da vida, a gente espera que elas cresçam, aprendam e tal. Mas senhouras passadas (bem mesmo) dos 30, já tinham que ter aprendido sobre os fatos básicos da vida e o mais basiquim deles todos: só fica quem quer. Vejo cada cena aqui do apart-hotel do Conde Drácula, que sinceramente. Vocês deveriam se envergonhar.
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E não, eu não vou andar Baco de manhãzinha e depois nanar. Vou trabalhar. E tentar pagar conta no caixa eletrônico, se os companheiros bancários deixarem. Eles deixam, né, caixa eletrônico funciona hoje?
* Silvana linda voltou com o blog!!!
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E a Carla veio com um que tem um nome sensacional: muitochique.com
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E esse frio delicioso, maravihoso, incrível, furibundo, ventoso e molhadinho de São Paulo? Mim amar. O edredon rosa já esava lááááááá no alto, é meu favorito, subi na escada e peguei. Di-li-ça. E meias, meias listradas. Faz tempo que a gente não faz uma sessão 'pés de meinhas' aqui no Drops. Agora só ano que vem.
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E eu que voltei do Rio e fui fuzilada por amigas (e amigans de mamã) por ter voltado sem nenhum bolinho de Telinha? Olha, povo interesseiro, que horror. Vou com lista de encomeindas pra outubro/novembro (ah, ela fez uns de gatinhos pro aniversário da Alice, a Branca de Neve de Floripa. Enviou um monte pra lá (pra Floripa) e a fofa da Alice pediu prela guardar um pra mim. De comer rezando, era damasco aquilo, Tela? Uma versão mais... adulta, sei lá. Ui. Ah, e ela encheu potinhos de guache com brigadeiro colorido e deu pros meus meninos. Bernardo comeu ma-ra-vi-lha-do com a brincadeira. Victor estranhou, mas ele tem meu sangue, tenho fé que ele vai acabar aprendendo a gostar de brigadeiro em qualquer uma de suas maravilhosas manifestações. É um presente maravilhoso, que ela devia mesmo botar na linha de produção.).
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Comprei umas goiabas lindas. Adoro a cor de dentro da goiaba, que, dependendo (dependendo do que, né, coisa fofa, provavelmente dos agrotóóóxicos usados) é um rosinha.... goiabinha, ou um rosão chiclé (alguém mais aqui fala chiclé ou sou só eu? Alexandre ria da minha cara porque eu digo 'chiclé', 'motoca', 'tomar lanche', 'catar uma coisa' e 'botar as coisas no lugar'). E romãs. Adoro a capa do Minúsculos porque como que o moço adivinhou que eu adoro romãs? O que é aquela cor? Vivo em busca da camisa rosa-romã ideal.
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Amiga parou num cruzamento (dããããããããã, claro, vinha carro no outro sentido e amiga não tem sentimentos suicidas dentro daquele corpinho), cretino&distraído&corno bateu no carro dela. Ela ligou da rua e depois veio pra cá (foi aqui perto da casa de mamãe o sinistro). Ninguém machucado, carro com coisinhas mínimas que até minha vó co martelo de bater bife arrumava e tal, tudo bem, mas o bebê dela chorou uma meia hora, sem exagero. E a gente aparvalhada sacudindo e falando com ela e tal. Daí Maliu mandou dar mamadeira. Dãããããã. E quem é que ia pensar nisso? Só Maliu mesmo. Mamou, acalmou, dormir dum jeito que nem o histérico do Baco, latindo descompensado, conseguiu acordar. Daí que eu fiquei pensando, o nenêm não chorou da batida, entende, o tranco no carro foi mínimo. Ele chorou com o nervosismo da mãe que, ca-laaaaa-roooo, tava uma pilha. E por que eu tou contando isso? Porque fiquei pensando na nenêm chorando o choro da mãe. Coisinha sensível. E cor-de-rosinha. E macia. :o)
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Como você vê, nos intervalos do trampo, fico aqui às voltas com pensamentos variados e profundos. Hoje eu estava contando pra minha mãe sobre um sonho que tive com a Alice e ela, depois de ouvir tudo só disse "sua mente é um espanto". Quero crer, dicumforça, que foi um elogio.
Assim ó: fazia mais de um ano que eu não mexia lá no dropsdafal@uol.com.br
Peço mil desculpas por não ter lido tanta coisa. Tinha montes de e-mails seus, seus e seus, vocês sabem quem são. Perdão. Vou dar um jeito nisso.
beijucas
Oi quilidos. Como vai tudo?
Aqui, tamos indo. Um dia depois do outro. Ah, sim, o "tamos" é plural majestático, claro, que eu continuo singular.
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Eu ia dizer que a Vera tava amancebada co Goren lá em Novióquis, mas ela voltou, já foi à Bahia, já rodou o mundo. :o)
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Vendo os ba-gu-lhos com os quais se casam as moçoilas em flor, aumenta minha certeza que, pra mim, never more.
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Neste meiditempo, fui ao Rio, né? Mais que bem tratada, as usual, vontade de voltar para São Paulo nenhuma. Preciso dum trabalho no Rio, tipo, que pague as contas (baixinhas) de duas casas. Mas o que, meu pai, eu não sei fazer nada.
*
Andar de táxi no Rio é um prazer. E se for com Telinha, prazer vezes dois. E uia, nessa viagem não tomei esporro de nenhum taxista carioca!
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A 'mesa-redonda' com a Cora na Biena foi muito boa. Não foi uma mesa redonda, foram duas comadres falando mal dos outros. Amei.
*
Sempre falta amigo pra ver e abraçar, Jaq, Andréia e Ro, por exemplo, escaparam, mas outubro vem aí. E, com ele, eu de novo no Rio, amém.
*
Como acabo de contar pruma criatura no e-mail, você liga pra saber preço de passagem, daí você começa a falar com a moça e o preço é bom e vc tá com pregui de procurar pelos aí e vc resolve comprar e no meio da transação a moça manda 'a senhora já voou conosco?', 'já', 'e qts vezes teve a sua babagem desviada?" e vc surpresa 'nunca' e a moça mais surpresa ainda 'nuuuunca????'
hahahahahhaha
vou comprar noutro lugar, claro.
* Pelo gerenciador de mensagens Fal diz:
Puxa vida, amiga da minha mãe, mulher do Benvindo Siqueira, acaba de contar prela que o ator Tal é gay. Tou arrasada. Por mim, não por ele. Silvana diz:
Calma, Fal, não espere mais nada deste mundo podre Fal diz:
Eu sei que ele nunca ia me comer, mas sempre restaria uma esperança, entende? Silvana diz:
Entendo. Fal diz:
Nós dois sozinhos numa ilha deserta, os últimos humanos da face da terra, uma guerra nuclear, mutantes querendo nos pegar, tempestade de meteoros, a terra se acabando, baratas de dois metros de altura, o mar de ácido borbulhando, a ilha sendo lentamente engolida pelas águas corrosivas e o que restasse de nós seria devorado por tubarões verde fosforecentes de dentes de tampinha de garrafa e então talvez, então, entende? Silvana diz:
Entendo. Fal diz:
Mas agora nem isso.